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NA CASA DELES. Dilma, na ONU, reage a acusações dos norte-americanos sobre “protecionismo” brasileiro

Dilma na ONU. Os americanos não fazem o que pregam. E, ainda assim, cobram facilidades

Seria o caso de perguntar: logo quem? Afinal, são os norte-americanos os maiores protecionistas que se têm notícia, quando toca ao interesse deles. Só se irmanam aos franceses, em relação a produtos agrícolas. Mas vêem com brabeza, e tentam impor suas condições, quando países outros resolvem também se proteger e aos seus.

Simplificadamente, é o que aconteceu na última semana, com direito a escaramuça entre chanceleres. E que a presidente Dilma Rousseff repeliu com firmeza ao discursar, nesta terça-feira, na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). Para saber mais do que ela disse, confira o material produzido e distribuído pela Agência Brasil. A reportagem é de Renata Giraldi, com foto de Roberto Stuckert Filho, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. A seguir:

Presidenta Dilma critica os Estados Unidos e nega protecionismo brasileiro

A presidenta Dilma Rousseff reagiu hoje (terça, 25), em Nova York, na abertura da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas, no seu discurso, a acusação do governo dos Estados Unidos que o Brasil adotou medidas protecionistas para garantir mercado aos seus produtos. Dilma ressaltou que todas as decisões, adotadas no Brasil, são respaldadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Ela negou irregularidades ou desvios de conduta.

Assim como na carta enviada semana passada ao representante do Comércio Internacional dos Estados Unidos, Ron Kirk, pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, Dilma condenou a valorização artificial da moeda norte-americana, que afeta os países em desenvolvimento, principalmente o Brasil.

“O protecionismo deve ser combatido, pois confere maior competitividade de maneira espúria”, disse a presidenta, que abriu a Assembleia Geral das Nações Unidas. “[Nossas medidas foram] injustamente classificadas como protecionismo.”

Para a presidenta, é fundamental que os órgãos internacionais, como o G20 (países mais desenvolvidos do mundo), o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), passem a atuar no controle da guerra cambial e do estímulo do crescimento econômico. Dilma chamou esses órgãos de “mecanismos multilaterais” e alertou sobre as ameaças ao mundo atual…”

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