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CRIS HART. Uma semana depois, esperança move os amigos da sindicalista. Situação permanece grave

Cris: quadro é grave. Mas esperança se mantém
Cris: quadro é grave. Mas esperança se mantém

Completa mais ou menos neste momento exatamente uma semana da chegada da presidente do Sindicato dos Municipários, Cristina Hart, ao Hospital de Pronto Socorro, em Porto Alegre – após ter sido removida, via aérea, de Rosário do Sul. Ela é vítima de acidente na BR 158, nas proximidades de Santana do Livramento. No local, instantaneamente, morreu o marido de Cris, como é mais conhecida, Arthur Itaqui.

O editor conversou agora há pouco, via celular, com Doris, irmã da sindicalista. Ela confirmou que o estado segue grave, sem evolução, e que a hemodiálise, que busca recuperar e manter as funções renais, ainda acontece permanentemente.

A esperança é que, nessa semana completa, embora não tenha melhorado, ao menos o quadro não piorou, o que permite acreditar numa recuperação – mesmo que se mantenha a situação bastante grave.

Em Santa Maria, ontem, na catedral arquidiocesana, encomendada pelos amigos e pelo sindicato, houve uma missa de sétimo dia pela morte de Itaqui, e, também, pelo restabelecimento de Cris Hart.

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