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EITCHA! No mapa mais recente da deserção, 10% do Congresso virou a casaca, até o final de semana

São dois senadores confirmados, ambos do Tocantins. A ruralista Katia Abreu trocou o PSD pelo PMDB e Vicentinho Alves, que era do PR, se bandeou para o Solidariedade. Que, aliás, está entre a dupla de maiores beneficiados, ao consultar-se o mapa dos vira-casacas. O outro é o PROS. A explicação é simples: quem entrar nesses dois partidos, recém-registrados, no prazo de um mês é considerado fundador. E, portanto, está livre de perder o mandato.

Mas, e quem mais perdeu? PDT, PR e PSDB, nesta ordem, foram as siglas que minguaram, por conta dos desertores que, no total, alcançam 10% do Congresso Nacional. Para saber mais, e sempre considerando que isso, nesse momento, pode estar modificado (os partidos têm prazo até hoje para fazer as comunicações oficiais), acompanhe material originalmente publicado no sítio especializado Congresso em Foco. A reportagem é de Edson Sardinha e Eduardo Militão. A seguir:

Troca-troca envolve um em cada dez no Congresso

…O prazo para se filiar a um partido a tempo de disputar as próximas eleições terminou no sábado (5) e provocou uma debandada no Congresso. Pelo menos 57 deputados e dois senadores trocaram de legenda nas duas últimas semanas. Isso representa 10% dos 594 integrantes das duas Casas. Os números fazem parte de balanço feito pelo Congresso em Foco com base em dados da Câmara e informações prestadas por parlamentares e lideranças partidárias.

O total das mudanças, no entanto, pode ser ainda maior, já que alguns parlamentares só decidiram seu futuro político apenas no último instante. Além disso, vários não oficializaram a troca de sigla no Congresso. Nesses dois casos, enquadram-se os deputados Walter Feldman (SP) e Alfredo Sirkis (RJ), que assinaram a ficha de filiação ao PSB sábado à tarde, ao lado da ex-senadora Marina Silva e do presidente nacional do partido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Articuladores da Rede Sustentável, partido que teve o registro negado pela Justiça eleitoral, Feldman, Sirkis e Marina optaram por uma “filiação transitória” para poder participar das próximas eleições.

De acordo com balanço parcial, PDT, PR e PSDB foram os partidos que mais perderam parlamentares. No perde e ganha, apenas os recém-criados Solidariedade e Pros tiveram saldo positivo. O primeiro, criado pelo deputado Paulo Pereira da Silva (ex-PDT-SP), ganhou pelo menos 23 nomes. O segundo, destino do grupo do governador cearense, Cid Gomes, recebeu ao menos 20 deputados. Juntos, são responsáveis por 73% das mudanças. Nenhum outro partido teve saldo positivo…”

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