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Não custa lembrar. O trololó da reforma tributária já virou uma chatice de tão antiga

Confira a seguir trecho de nota que publiquei na madrugada de 6 de dezembro de 2006, uma quarta-feira:

“Esqueça. Congresso vai aprovar a reforma política? Psssss. Conversa pra boi dormir!       

Fidelidade partidária, financiamento público de campanha, fim do voto proporcional (votação em listas fechadas sozinhas ou combinadas com algum tipo de voto distrital), entre outras medidas constantes de uma reforma política digna deste nome.

Quem acredita nessa possibilidade, pode ir tirando o cavalinho da chuva. O futuro Congresso, e menos ainda o atual, não vai aprovar nada minimamente significativo. E por quê? Simples: corporativismo e defesa do próprio espaço. Os que lá estão, ou para lá vão, permanecem ou conquistaram vaga com base no processo atual. Que os interessa, como donatários da expressão fisiológica reinante no parlamento.

É evidente que se trata de pensamento majoritário, ainda que não total. O problema é que os que efetivamente gostariam de mudanças são claramente minoritários. E correm risco de
...”

 

Para ler a íntegra, inclusive a reportagem que deu origem à nota, acesse aqui.

 

PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS, o trololó sobre reforma tributária está mais uma vez na ordem do dia do Congresso, mais exatamente na Câmara dos Deputados. E corre-se o risco de a única coisa a ser aprovada, por exclusivo interesse dos parlamentares (não necessariamente da sociedade), é o fim da reeleição. Ah, e de inhapa o mandato de cinco anos para todos os cargos. Pois é. E quem acredita?

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