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LUNETA ELETRÔNICA. Caminhos do Sol, Gehm e o “Minha Casa…”, Blattes e o TJ, DCE/UFSM, Junho…

* Os vereadores Dr Tavores, Manoel Badke e Ovídio Mayer retiraram, “para ajustes”, o requerimento em que propunham uma nova Frente Parlamentar.

* Ela seria (ou será) criada para “viabilizar a implantação de um plano de carreira para os funcionários e profissionais que fazem parte do sistema de saúde no município”.

* Cezar Gehm, na sessão desta terça, anunciou a vinda para a cidade de uma unidade de multinacional especializada em melhoramento genético de sementes hibridas de arroz.”

* O empreendimento, disse o vereador, se deve, entre outros fatores à excelente integração da empresa com a UFSM. E vai se instalar em área de 200 hectares na BR 158.

* O editor não tem muita certeza, mas acha que outra fala do edil peemedebista não será muito bem compreendida pelo setor da construção civil.

* Gehm, ao se declarer defensor do empreendedorismo, disse não gostar de políticas paternalistas, tal como o “Minha Casa, Minha Vida”.  É o que está lá, no MATERIAL produzido pela assessoria de imprensa da Câmara.

* Detalhe: o “Minha Casa…” é um grande impulsionador da construção em Santa Maria, além de gerador de muuuitos empregos e bastante renda. Mas…

* O santa-mariense Sérgio Blattes é um dos 13 nomes colocados para concorrer a uma vaga de desembargador no Tribunal de Justiça do Estado, por conta do chamado quinto constitucional.

CAMINHOS DO SOL - A Prefeitura, via Secretaria de Saúde, informa que o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas Caminhos do Sol  (Caps AD), que funcionava na Borges de Medeiros, inaugura, na próxima sexta, às 10 da manhã, a nova sede, localizada na Euclides da Cunha, 1.695. O Caps conta com equipe de 14 profissionais do quadro da prefeitura, mais 10 residentes dos cursos de Enfermagem, Psicologia, Terapia Ocupacional e Serviço social da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), além de estagiários. Conforme a situação do usuário, o atendimento pode ser intensivo (todos os dias), semi-intensivo (duas a três vezes por semana) ou não intensivo (apenas para grupos). (foto João Vilnei/CCS.PM)
CAMINHOS DO SOL – A Prefeitura, via Secretaria de Saúde, informa que o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas Caminhos do Sol (Caps AD), que funcionava na Borges de Medeiros, inaugura, na próxima sexta, às 10 da manhã, a nova sede, localizada na Euclides da Cunha, 1.695. O Caps conta com equipe de 14 profissionais do quadro da prefeitura, mais 10 residentes dos cursos de Enfermagem, Psicologia, Terapia Ocupacional e Serviço social da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), além de estagiários. Conforme a situação do usuário, o atendimento pode ser intensivo (todos os dias), semi-intensivo (duas a três vezes por semana) ou não intensivo (apenas para grupos). (foto João Vilnei/CCS.PM)

* A OAB gaúcha vai elaborar, a partir dessa nominata, uma lista sêxtupla. Depois, ela vira tríplice e, por fim, o desembargador é nomeado pelo governador do Estado.

* Nesta quarta, a partir das 6 da tarde, acontece audiência pública na Câmara, para tratar do projeto que prevê a necessidade de as casas noturnas implantarem a contagem automática e simultânea de pessoas no seu interior.

* É mais um dos chamados “efeitos Kiss”. A proposta também contém a obrigatoriedade (ao lado da contagem) de placas indicativas da capacidade total de público.

* Assume nesta quarta a nova gestão do Diretório Central dos Estudantes da UFSM. A posse acontece no saguão da União Universitária, no campus. A eleição ocorreu em 13 de novembro e a chapa vencedora foi a “É tempo de avançar”.

* O grupo inteiro tem 90 nomes, mas a coordenação geral é composta por seis, inclusive dois dos campi de Palmeira das Missões e Frederico Westphalen.

* São eles Alisson Gabriel de Arruda, que cursa Administração em Palmeira, e Régis Piovesan, aluno do curso de Agronomia em Frederico. Os outros quatro são alunos de cursos em Santa Maria.

* A saber: Cíntia Florence Nunes (Serviço Social), Felipe Ferrari da Costa (Agronomia), Mariana Fontoura Lemos (História) e Thaís Paz (História).
* “Passe livre e as rebeliões de junho”. Este é o tema da 60ª edição do Cultura na Sedufsm, projeto cultural da seção Sindical dos Docentes da UFSM, que que acontece nesta sexta, dia 6, a partir das 7 da noite, no plenário Câmara de Vereadores.

*  Entre os palestrantes serão o professor de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado, autor do livro “20 centavos: a luta contra o aumento”.

* Também debaterá Lorena Castillo, do Bloco de Lutas de Porto Alegre e militante da Federação Anarquista Gaúcha (FAG). A coordenação do debate será de Carlos Armani, professor de História da UFSM.

* O evento é aberto ao público. E quem desejar saber mais informações pode acessar o material publicado originalmente no sítio da Sedufsm (AQUI).

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7 Comentários

  1. O vereador Gehm é tão acostumado com paternalismo pois foi o que seu partido sempre fez que não entende o que é um projeto sério como a Minha Casa Minha Vida.Se enforme melhor Sr. vereador.

  2. O problema é simples: colocaram num mesmo local, pessoas que, por necessidade ou por interesse, nunca pagaram NADA pelo local em que viviam, junto com outras que já viviam em sociedade. E aí aqueles que nunca pagaram por nada do que possuíam (gato de água, luz, nem sabiam o que era condomínio, etc.) se depararam com uma realidade diferente do que lhes venderam: além da prestação, tinha água, luz, limpeza, conservação, etc. E estas pessoas, por impossibilidade ou por conveniência, se recusam ou não podem pagar. Tudo bem, em uma situação normal de contratos imobiliários, aciona-se os canais jurídicos competentes e a justiça resolve em pouquíssimo tempo o assunto, retomando o imóvel, despejando o mau pagador, etc. Por que isso não é feito? Porque hj o índice de inadimplência está acima dos 20% e se as ações de retomada fossem feitas, imagina o impacto eleitoral de retomar 20% dos imóveis do maior programa habitacional do país! E o pior é que a caixa nem pode acionar os mutuários ou porque o imóvel não teve o contrato registrado pela caixa para diminuir os custos, visto que cada registro custa cerca de r$ 300,00, ou então a operação é na chamada faixa 1, onde o imóvel fica em nome da caixa até a efetiva quitação, portanto ela não pode retomar o que é dela. Veja o que diz o diretor de habitação da caixa: “De acordo com Teotonio Rezende, diretor executivo de habitação da CAIXA, em entrevista ao Valor Econômico, as possíveis mudanças incluem uma maior rigidez na seleção de tomadores e um aumento na exigência do pagamento de uma entrada para esses empréstimos. O peso do gasto com condomínio, que em alguns casos pode chegar à metade da prestação mensal, é um dos fatores que pressionam a capacidade de pagamento desses tomadores, por exemplo.
    Já nas operações da faixa 1, destinada a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, o percentual de atraso superior a 90 dias chega a 20%. Nessa linha o banco atua como administrador de recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), repassando os valores às construtoras. A inadimplência é coberta pelo Tesouro Nacional e o imóvel não fica em nome do mutuário até a quitação.
    Rezende afirma que esses imóveis não estão sendo retomados, mesmo com os atrasos. As ações que estão sendo feitas são educacionais, já que esse segmento é abaixo da linha de financiamento dos bancos, para o qual não havia produção de imóveis.”
    Viu o que é paternalismo, sr. Ivo Cassol? Viu quem paga a conta, sr. Alarico? O Tesouro Nacional, ou seja, nós e o senhor! Por fim, que disse que o vereador e outros são contra o programa? É uma política pública como tantas outras, mas que padece do mesmo problema: não ataca a raiz do problema! Porque eles não pagam? Ou porque não querem, e neste caso é questão de educação, pura e simples. E isto acontece com todos os estratos sociais, afinal tem rico eque também nega conta. Ou porque simplesmente não pode, porque para pagar ele precisa ter renda compatível. E neste ponto é que está o problema dos programas deste tipo. Resumem-se a criar aglomerados urbanos, sem infraestrutura prevista, sem posto de saúde, sem zona comercial (os mutuários não podem usar suas residências como ponto comercial, está no contrato), se áreas de lazer, etc. E a própria região não oferece ou não tem oportunidades de geração de emprego e renda. Portanto, am solução é corrigir estes problemas e tocar em frente. Mas serás que o governo que aí está (lembro que no estado e no país é o mesmo partido!Não transfiram o problema para o município!) terá esta coragem? Se tiver, eu aplaudo.

  3. Não pode ser surpresa pra ninguém a atitude desse vereador, afinal ele é empresário e foi pra defender os empresários que ele está lá.
    Ele só aceita paternalismo governamental, tais como isenção fiscal e juros subsidiados, se os beneficiados forem os empresários.
    Exatamente igual a outro empresário que vive vociferando contra os impostos, como se empresário, enquanto tal, pagasse impostos. Quem paga tudo é o consumidor.

  4. O minha casa minha vida é um grande programa do Governo Federal. Muito lutou-se no passado para que estas ações sociais fossem uma realidade no Brasil. Porém, quem adere e é beneficiado no programa tem que saber que viver em sociedade tem regras. E também deve ter penalidades para os descumpridores das obrigações contratuais, como em qualquer contrato que se faça. Quem não paga seu condomínio sobrecarregando os outros é no mínimo irresponsável e não sabe viver em comunidade mesmo, e deve ser obrigado a cumprir com o contratado. Ninguém é obrigado a pagar pelos outros. O problema do Videiras é o de muitos destes empreendimentos. As pessoas desconhecem as regras de civilidade e acham que um condominio desta ordem é a casa da mãe Joana acabando por transformar a vida de muitos um inferno. de 420 apenas 180 pagarem as obrigações condominiais torna inviável viver neste condominio que em breve será transformado num pardieiro, porque não terá sustentabilidade, recursos para as mínimas manutenções, acabando por se deteriorar. Nem mesmo os funcionários poderão ser pagos, ou conta de água e luz de uso coletivo. Estas pessoas devem sim ser chamadas na chincha, obrigadas a cumprir com as suas obrigações, e devem se adequar às regras. Esta conversa de discriminação que alguns colocam aqui, não passa de idiotice de alguns pernósticos. A lei e as regras de convivência são para todos. Ou este belo programa vai ir à bancarrota. Defendamos aqueles que cumprem com as suas obrigações. Aos que fraudam e quebram os contratos, não sejamos complacentes. Eles tem a chance que poucos tem de aderir a um programa social importante. Agora querer repassar suas responsabilidades a terceiros é no mínimo uma imoralidade.

  5. Senhores…….Sou conhecedora da atual situação do Residencial Videiras, pois moro aqui desde 30/10/2011, faço parte da Comissão que trabalha incansavelmente para a cada final de mês possamos pagar a conta de agua a corsan e dois porteiros que ainda temos.
    Falar e fazer política em cima do assunto basta, somos 420…mas apenas 180 pagam o condomínio, foi posto dentro do Residencial pessoas que nunca ali poderiam estar…a desigualdade social é insignificante e desigual…estamos acreditando que depois de muito acertos e apoio de poucos do meio político …podemos ver O NOSSO PROBLEMA com esperança de ser resolvido…apoio apenas de um Vereador sim Cezar Ghem.

  6. Vereador tem direito as suas opiniões. Mas seria bom visitar os beneficiados pelo programa. Nem que fosse para verificar se eles estão satisfeitas com as casas que receberam. Qualidade do material, etc.

  7. Das duas, uma: ou ele desconhece o Minha Casa Minha Vida ou não sabe o que é paternalismo!
    Ou nem uma, nem outra…!

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