CAMPO. Tarso e ministro abrem oficialmente colheita da soja, que deve alcançar 12,3 milhões de toneladas

CAMPO. Tarso e ministro abrem oficialmente colheita da soja, que deve alcançar 12,3 milhões de toneladas - soja

Autoridades e produtores na colheitadeira que, simbolicamente, abriu trabalhos desta safra

Tupanciretã, sozinha, colhe 5% do total da soja plantada no Rio Grande do Sul. Isso, claro, justifica a solenidade ocorrida no final da manhã de hoje, naquele município. Inclusive atraindo a presença do ministro da Agricultura, do governador do Estado e outras autoridades e representantes do agronegócio.

No total, o campo gaúcho deve entregar nada menos que 12,3 milhões de toneladas, como você confere, entre outras informações, no material produzido e distribuído pela assessoria de imprensa do Palácio Piratini. A reportagem é de Luciane Moura, com foto de Caco Argemi. A seguir:

“Colheita da soja é aberta oficialmente com a presença do governador e de ministro

O governador Tarso Genro, acompanhado do secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, recebeu o ministro da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Neri Geller, em Tupanciretã, onde realizaram neste sábado (29) a abertura oficial da colheita da soja no Estado.

“Depois de um período difícil, o Rio Grande está se recuperando com uma safra extraordinária, que faz alavancar o Estado. O Programa Mais Água, Mais Renda, que prevê a estabilidade da produção diante das estiagens, é um investimento fundamental”, disse Tarso.

De acordo com a Conab, o RS deverá colher 12,3 milhões de toneladas de grãos nesta safra. A área plantada de 4,8 milhões de hectares é 5,8% superior à anterior. O município de Tupanciretã é responsável por 5% da produção, sendo o maior produtor do Estado.

O ministro da Agricultura destacou a responsabilidade do governo em fazer os enfrentamentos necessários e também fez referência aos programas federais e estaduais de apoio aos produtores rurais. “O Governo Federal liberou R$ 108 bilhões aos agricultores com taxas de 3,5% por meio de linhas de créditos. São avanços importantes nos últimos anos. Teremos um foco muito voltado a abertura de mercado…”

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