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ELEIÇÕES. Sarney, Simon, Inocêncio… Um balaio de figurões da política ficará longe do Congresso Nacional

Sarney, ex-presidente da República e vários mandatos no Senado, o mais ilustre que fica fora
Sarney, ex-presidente da República e vários mandatos no Senado, um ilustre que fica fora

No mínimo 40% dos parlamentares federais mais influentes vão estar fora do Congresso no próximo ano. Entre eles há figuras pra lá de carimbadas, como os senadores José Sarney (ex-presidente da República e que dirigiu o Senado um punhadão de vezes) e Pedro Simon, que dispensa maiores apresentações aos gaúchos. Mas há também deputados ilustres. Entre eles o atual presidente da Câmara, Henrique Alves, que disputa o governo do Rio Grande do Norte, e um ex-presidente, Inocêncio de Oliveira, o pernambucano que simplesmente decidiu não concorrer a mais nada.

Não é exatamente novidade a renovação. Pelo menos um terço (varia de eleição para eleição) sai do Congresso. Seja porque foi expulso pelas urnas ou mudaram de cargo. O que tem de diferente, agora, com certeza, é a quantidade de figurões que se afasta, muitos por força da idade útil. Mas também há outras razões, claro, como mostra Antonio Augusto de Queiróz, jornalista e, analista político, diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), em artigo originalmente publicado no portal Congresso em Foco. A foto Agência Senado. A seguir:

selo eleição menorCongresso: renovação em quantidade e na qualidade

A renovação do Congresso Nacional não será apenas quantitativa, na medida em que se espera uma taxa de renovação superior a 50%, mas também de lideranças ou condutores do processo legislativo. Grande nomes da atual legislatura não farão parte da próxima, seja por desistência, seja porque buscam outros cargos na campanha eleitoral deste ano.

Dos 100 “Cabeças do Congresso”, 71 estão em final de mandato, sendo 63 deputados e oito senadores, e os outros 29 têm mandato até janeiro de 2019.

Dos que estão em final de mandato, oito desistiram da reeleição, nove concorrem a cargos do Poder Executivo ou Assembleia Legislativa, e portanto estarão fora do Congresso, e 54 tentam a reeleição ou buscam sair da Câmara para o Senado ou o inverso.

Dos 29 com mandato até 2019, 13 são candidatos a governador. Supondo que um terço deles (quatro dos 13) se eleja para o governo e um terço dos que tentam a reeleição (18 dos 54) não renove seu mandato, somados aos que desistiram (oito) e aos que concorrem a outros cargos no Executivo ou assembleias Legislativas (nove), no melhor cenário, algo como 40% dos “cabeças” estariam fora do próximo Congresso…”

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