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Agora, no Presídio Regional, detentos já bastam os de Santa Maria. E nenhum outro

O número de apenados internos do Presídio Regional de Santa Maria ainda é preocupante. Mesmo que levemente inferior a 400, ainda é muito mais que os 250 que constituem a capacidade real.

Mas, depois de medida tomada na noite de segunda-feira, pelo menos temporariamente está afastada a hipótese de uma nova interdição, aventada como possibilidade dias atrás pelo juiz Sidiney Brzuska, da Vara de Execuções Criminais.

E que medida, afinal, foi essa do início da semana? Como conta o repórter Fabrício Minussi, na edição desta quarta-feira, de A Razão, foram transferidos, para Uruguaiana, sete detentos da comarca de Pelotas e que estavam em Santa Maria. E que, agora, aqui, só criminosos santa-marienses têm vez no Presídio Regional. Confira:

”Cadeia está fechada para presos de outras cidades
Susepe transferiu últimos detentos de outras comarcas detidos temporariamente em SM

Uma operação de transferência de presos realizada na noite de segunda-feira pela Superintendência de Serviços Penitenciário (Susepe) – Regional de Santa Maria, fechou definitivamente as portas do Presídio Regional de Santa Maria para detentos de outras comarcas do Rio Grande do Sul. A confirmação foi dada ontem a tarde pelo delegado da Susepe, Mauro Machado.

Com a medida a cadeia da cidade passa a abrigar apenas detentos da comarca local. Machado adianta que a partir de hoje, as transferências de presos de Santa Maria para outros presídios do Rio Grande do Sul estão suspensas, até segunda ordem. “Só vamos transferir se houver necessidade, em casos especiais e excepcionais”, afirmou o delegado da Susepe.

Ao todo, sete presos da comarca de Pelotas foram transferidos para o Presídio de Uruguaiana – um dos “anexos” da cadeia local, conforme relatou em recente entrevista para A Razão o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC) de Santa Maria, Sidiney José Brzuska.

Com a medida adotada pela Susepe, o Presídio Regional de Santa Maria, após quase duas semanas, volta a registrar lotação abaixo dos 400 detentos, o que tranquiliza a administração da instituição penal, a Susepe e a própria VEC. Há pouco mais de uma semana, por conta da superlotação da cadeia local – tem capacidade para 250 detentos – Brzuska declarou que estaria estudando a possibilidade de uma nova interdição do presídio por conta da quantidade de detentos recolhidos no presídio.

No entanto, a quantidade de presos recolhidas à cadeia local preocupa quem trabalha diariamente no interior da instituição. É o caso dos agentes penitenciários. Na semana passada, o secretário geral do Sindicato dos Agentes, Monitores e Auxiliares Penitenciários do Rio Grande do Sul, Rogério de Oliveira Mangini, revelou que existe apenas um agente para cada 50 presos no Regional. “Isso passa longe do que se verifica, hoje, nas cadeias de São Paulo, onde a relação é de um agente para cada onze detentos”, afirmou.

Mangini disse que as…”


SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, pode fazê-lo acessando a página do jornal na internet, no endereço www.arazao.com.br, ou na versão impressa, nas bancas nas primeiras horas desta quarta-feira.

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