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ESTADO. Sartori quer reduzir R$ 1 bilhão da despesa. Parcelamento de salários dependerá do ‘fluxo de caixa’

Sartori, com seu estafe: “dizer a verdade, o poder público gastou mais que arrecadou”
Sartori, com seu estafe: “dizer a verdade, o poder público gastou mais que arrecadou”

Corte de um terço dos Cargos de Confiança? Sim, mas é troco, perto do total a ser economizado pelo Estado, conforme a intenção anunciada através de medidas oficializadas em decretos publicados no Diário Oficial do Estado, nesta quinta-feira.

Redução média de 21,3% no orçamento total não será exatamente linear, mas atingirá todas as secretarias, inclusive as estratégicas Saúde, Educação e Segurança – que o governo pretende preservar, tanto quanto possível.

Isso e muito mais foi apresentado na manhã passada pelo governador José Ivo Sartori e explicadas mais detidamente pelo secretário da Fazenda Giovani Feltes, que inclusive listou 13 (por que não 14? Ou 12? Ou 15? Mmmm) motivos para que Rio Grande chegasse a essa situação atual – com ênfase na crítica ao governo passado.

Para saber o que foi dito, e também ter outros detalhes das medidas, que podem (ou não) incluir o parcelamento salarial dos servidores (dependerá do “fluxo de caixa”), confira o material originalmente publicado no G1, o portal de notícias das Organizações Globo. A reportagem é de Rafaella Fraga (texto) e Luiz Chaves/Palácio Piratini (foto). A seguir:

Governo do RS anuncia novo decreto com corte em todas as secretarias

O governador José Ivo Sartori anunciou nesta quinta-feira (19), em Porto Alegre, mais um decreto para corte de gastos e tentativa de equilíbrio das finanças do Rio Grande do Sul. A meta é de redução de despesa na ordem de R$ 1 bilhão ao ano. A medida foi publicada no Diário Oficial e prevê ajustes financeiros no orçamento deste ano para as secretarias estaduais, que devem implicar economia de 21,3%, segundo projeção do Palácio Piratini.

“Foi editado um decreto onde todas as secretarias vão ter seu orçamento contingenciado em torno de R$ 20% a 21%, ou mais. Significa que esse percentual não pode ser gasto, deve ser evitado. Secretarias que têm cargos de confiança só podem ocupar 65% dos cargos. 35% dos cargos não podem ser ocupados. É uma maneira de diminuir o custeio da máquina publica, cuidando dessa realidade”, disse.

A mudança no orçamentos das secretarias pretende reduzir a crise financeira do estado, que tem um déficit estimado em R$ 5,4 bilhões. Outras medidas já anunciadas, como redução de diárias e corte de horas extras para servidores da Brigada Militar e Polícia Civil, devem gerar economia de R$ 600 milhões, segundo o governador. “Não é suficiente. Mas mesmo com dificuldades, precisamos fazer esse equilíbrio no estado”, disse. Conforme Sartori, entretanto, o novo decreto não deve afetar novos investimentos e as áreas de saúde, educação e segurança serão “prioridades”.

“Devemos ser transparentes e dizer a verdade. A crise vai levar muito tempo pra ser resolvida. As finanças não chegaram ao limite, passaram do limite. O poder público gastou mais do que arrecadou”, disse Sartori…”

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