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TRABALHO. Assembleia docente da UFSM decide paralisar as atividades por um dia. Será em 8 de abril

Assembleia (aparentemente com pouca participação) foi na tarde passada, no Campus
Assembleia (aparentemente com pouca participação) foi na tarde passada, no Campus

A rodada de assembleias gerais promovidas pela Seção Sindical dos Docentes da UFSM terminou nesta quarta-feira, com o encontro realizado no campus de Camobi – antes houve reuniões em Frederico Wesphalen e Palmeira das Missões.

E o que decidiram os que participaram? Realizar a primeira atividade, digamos, com visibilidade pública, para mobilizar a categoria em campanha salarial dos servidores federais. Mais detalhes do que se decidiu em Santa Maria você tem no material produzido pela assessoria de imprensa da Sedufsm. O texto e a foto são de Fritz R. Nunes. A seguir:

Assembleia docente aprova paralisação de 24h em 8 de abril

A assembleia dos professores da UFSM decidiu na tarde desta quarta, 25, realizar uma paralisação de 24h no próximo dia 8 de abril. O entendimento foi de que é importante fortalecer a jornada de lutas dos servidores federais, marcada para a data de 7 a 9 de abril, em todo o país. As categorias estão em campanha salarial e querem pressionar o governo federal para que negocie a pauta, que possui 20 itens, entre eles, a concessão de um reajuste de 27,3%. A posição da UFSM será levada para avaliação no encontro do setor das federais do ANDES-SN, que acontece dias 29 e 30, em Brasília.

Na primeira reunião entre o Fórum de Servidores, que congrega mais de 30 entidades, e o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na última sexta, 20, o governo negou a possibilidade de atender o percentual de reajuste que é reivindicado. Ressaltou ainda Barbosa que o Executivo pretende reduzir o peso da folha de pagamento na relação de gastos do Produto Interno Bruto (PIB); e ainda sinalizou que o governo deseja começar a negociar a pauta do funcionalismo somente a partir de maio, na expectativa que até lá, a economia volte a dar sinais de crescimento.

Para o presidente da Sedufsm, professor Adriano Figueiró, o governo nitidamente quer que os trabalhadores paguem a conta pela crise econômica, o que é inaceitável. Em sua explanação aos presentes à assembleia, através de um gráfico, ele demonstrou que o discurso governamental sobre o alto comprometimento da folha de pagamento em relação ao PIB é falacioso…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

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2 Comentários

  1. Tem professor que tá contente com o atual salário e está sem tempo de ir a assembleia. Certamente em caso de o governo conceder algum reajuste após a pressão da categoria, esses professores abrirão mão do que for alcançado em favor somente daqueles que fizerem greve.

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