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UFSM. Sem solução visível, greve dos técnicos fecha já dois meses. Paredistas querem 27,3% de aumento

Entre as atividades já realizadas, manifestações públicas como esta, em frente à Antiga Reitoria
Entre as ações já realizadas, manifestações públicas como esta, em frente à Antiga Reitoria

Fundo de Greve e nova caravana para Brasília. Esses são dois temas agendados para a assembleia que acontece às 9 da manhã desta terça e marca os dois meses de greve dos técnico-administrativos da UFSM. Os trabalhadores participam de movimento paredista nacional que, até o momento, não conseguiu exatamente avançar na negociação de suas reivindicações junto ao Governo Federal – que não parece disposto a transigir.

Até quando vai o movimento? O discurso é o que você lê abaixo, no material distribuído pela assessoria de comunicação da entidade representativa da categoria, na UFSM. Acompanhe:

GREVE dos Técnico-administrativos em Educação da UFSM completa dois meses

Nesta terça, 28, a greve dos Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (TAEs) completa um mês em todo o Brasil. Segundo informações da Federação de Sindicatos dos TAEs, a Fasubra, todas as Universidades Federais mantém o movimento paredista, que tem como pautas principais a reposição das perdas salariais dos últimos cinco anos de 27,3%, a criação de uma data-base salarial para os servidores públicos federais e inúmeras reivindicações em defesa da educação e da classe trabalhadora, como a reposição dos cortes de verbas para a Educação anunciados pelo governo federal e contra o projeto de lei que pretende desenfrear as terceirizações na iniciativa privada (PLC 030/2015, ou PL 4330/2004).

Durante estes dois meses, foram diversas assembleias, debates e atividades culturais, além de visitas em setores, manifestações conjuntas com docentes e estudantes e mobilizações em outros campi da instituição. Nesta terça a categoria volta a se reunir em Assembleia a partir das 9h da manhã no Auditório da Química (anexo ao prédio 18).

 A greve é contra a política econômica e fiscal atual, é pelo direito à data base e pela valorização da carreira, pela reposição das perdas salariais e a democratização das instituições públicas. Num ano que não começou bem para os trabalhadores, com cortes em todas as áreas e, em especial, na Educação, percebemos que só com a mobilização e a greve é que podemos dar visibilidade à luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade!”

CONFIRA AQUI O CALENDÁRIO DE ATIVIDADES DE GREVE DESSA SEMANA

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