ESTADO. Maiquel Rosauro alerta: que o governo não imagine terem acabado as mobilizações do magistério

ESTADO. Maiquel Rosauro alerta: que o governo não imagine terem acabado as mobilizações do magistério

ESTADO. Maiquel Rosauro alerta: que o governo não imagine terem acabado as mobilizações do magistério - maiquel-chamada-2“…Os educadores estão há dois anos sem receber reajuste. Por outro lado, semana passada, os servidores do Poder Judiciário, da Assembleia Legislativa, do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Tribunal de Contas do Estado receberam reajuste de 8,13% (referente à inflação de período de 2014 a 2015, retroativos a janeiro deste ano).

O salário dos educadores hoje representa 30% do que deveria ser pago e se contar a inflação, está bem menor. Até quando Sartori vai virar as…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Avise o Sartori, os professores ainda não desistiram do reajuste salarial”, de Maiquel Rosauro. Ele é jornalista, pós-graduado em Finanças, assessor de imprensa do Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região, desde 2008; sócio-proprietário da empresa Plano Comunicação, desde 2010; assessor de imprensa da Feira Internacional do Cooperativismo (Feicoop), desde 2011.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a foto (do autor do artigo) que ilustra esta nota é de panfleteação feita pelo CPERS/SM, durante a recente greve.



2 comentários

  1. Jorge

    O problema não é o sr. Sartori “virar as costas” para os professores, já que dinheiro não tem. Se não tem, como pagar? Quem vai “fazer vaquinha” (aumento de impostos) para pagar aos professores, mesmo que mereçam? Quem aguenta pagar mais impostos?

    O problema são os irresponsáveis do Poder Legislativo que autorizaram aumentos, com fins miseramente eleitorais, para alguns privilegiados, inclusive do Poder Judiciário, sem haver dinheiro para pagá-los, comprovadamente. Quem vai gostar de ter aumento de impostos para pagar esses privilegiados?

    Em tempos de vacas magras tem de apertar o cinto, e isso vale para todos.

  2. O Brando

    Se acham que recebem menos do que vale o serviço que prestam, peçam a conta e vão trabalhar noutro lugar. Virem “empreendedores”, é moda agora. Quando prestaram concurso, na sua maioria, já sabiam o que iriam encontrar.

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