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Coluna Observatório. Fim das alianças proporcionais e seus efeitos
Há quem acredite, em Brasília, que o Congresso aprove alguma coisa da proposta de reforma política constante de meia dúzia de projetos que tramitam no parlamento. Especialmente, aposta-se que o fim das coligações proporcionais estaria em primeiro lugar (e talvez único) na lista de mudanças.
Se isso ocorrer, muda muito a projeção dos eleitos para a Assembléia Legislativa gaúcha em 2010. Há um consenso entre os analistas: os pequenos partidos, sem a possibilidade de alianças, são os grandes perdedores. Mas não apenas eles. Creia, se a idéia prosperar, haverá influência inclusive em candidaturas já postas em Santa Maria.





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