PESQUISA. Então, os rumores vão virar verdade. Ou serão somente isso: boatos espalhados nos bastidores

PESQUISA. Então, os rumores vão virar verdade. Ou serão somente isso: boatos espalhados nos bastidores

PESQUISA. Então, os rumores vão virar verdade. Ou serão somente isso: boatos espalhados nos bastidores - pesquisa-madrugaEste editor teve acesso, em pelo menos um caso “ao vivo”, a pesquisas encomendadas por partidos e/ou candidatos. São apenas para “consumo interno”. Isto é, não registradas na Justiça Eleitoral (caso em que, obrigatoriamente, teriam que se tornar públicas), se prestam para a elaboração das estratégias eleitorais. Inclusive porque, algumas delas, embutem questões qualitativas. Resumindo: servem ao ajuste do discurso dos (ainda pré)candidatos.

Agora, que fique claro: todos os levantamentos de que o site teve conhecimento, a exceção de um, foram parciais. Isto é: liberadas apenas as informações que poderiam beneficiar (sem que isso tenha significado má fé) o “entregador”. O que era estratégico, obviamente, não foi mostrado.

Assim é que o há, até agora, são pílulas de informação e muito de rumores, até mesmo boatos, que circulam no meio político. Eles dão conta que A e B estão nessa situação, C e D naquela e assim por diante. Nada além. Nem aquém.

Mas isso é até agora. Finalmente, vai surgir um levantamento ao qual todos terão acesso. Inclusive porque é como manda a lei. No sábado, o jornal A Razão publicará pesquisa conduzida pelo Instituto Methodus, organização bastante experiente no ramo, com a posição do eleitorado santa-mariense neste momento. No caso, entre 15 e 17 de julho, período em que as entrevistas foram feitas. Encomendada (e paga) pela Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Santa Maria (Cacism), devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral, como exige a legislação, poderá permitir que se afastem os rumores, os boatos, os tititis. E, assim, teremos uma visão mais próxima do pensamento do eleitor, faltando dois meses e meio para o pleito e a um mês do início efetivo da campanha.

Também, como efeito colateral (mas importante), se dará fim ao que é, hoje, uma guerra de números que vitima, antes de tudo, a realidade factual. Até lá, o que sobra é nervosismo. Especialmente entre os candidatos ditos protagonistas- justamente aqueles que têm números. So que agora terão de cotejá-los com outros. E até podem ser os mesmos. Mas…



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