Caso grampesco (3). Começo a crer que Paulo Henrique Amorim tem razão: existe mesmo um PiG
Reproduzo pouco, e analiso menos ainda, os textos de Paulo Henrique Amorim, atualmente na Rede Record e que mantém um engajadíssimo sítio de internet chamado Conversa Afiada. Não raro entendo que ele exagera. Se emociona, no popular. Inclusive porque (e aí dá para entender) se embate seguidamente e com algum furor eventualmente exacerbado com algumas figuras e veículos da mídia grandona.
PHA, por exemplo, está cansando de ganhar ações (ainda com possibilidade de recursos) contra Diogo Mainardi, colunista da ex-revista Veja para quem crítica e ofensa à honra alheia não raro coincidem. Então, vou com algum cuidado, para não entrar na briga – mesmo que pense muito parecido com Paulo Henrique.
Esse último episódio, o da reportagem da Veja sobre os grampos sobre o ministro Gilmar Mendes, e que carecem de credibilidade mínima para ser publicada, embora tenha sido, começa, porém, a me fazer crer que PHA tem razão em pelo menos uma coisa: sim, existe um PiG. Hein? O que será isso? Saiba lendo um texto que abre (e até cansa) todas as notas publicadas por Paulo Henrique Amorim, e que reproduzo abaixo. Confira:
Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui, se desejar, notas e informações publicadas no sítio Conversa Afiada, editado por Paulo Henrique Amorim.





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