SANEAMENTO. Luiz Roese e a reação da Corsan, que vai cobrar muito da cidade, se houver municipalização

“…Talvez em função do eminente cenário que vem por aí, a Corsan contratou a empresa Engebê Incorporações de Imóveis para elaboração de “laudo de avaliação econômica dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Santa Maria”. O trabalho técnico pode dar elementos para poder cobrar o município pelo investimento em edificações, estações de tratamento e toda a rede de encanamento.

Uruguaiana, por exemplo, está sendo cobrada na Justiça pela Corsan em mais de R$ 70 milhões, após a municipalização dos serviços em 2011. Futuro prefeito, pode se preparar. Aliás…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra de “Corsan se prepara para cobrar a conta, caso seja defenestrada”, de Luiz Roese. Jornalista que hoje vive em Porto Alegre, após uma dúzia de anos em Santa Maria – onde se aquerenciou no início do século e atuou profissionalmente nos jornais Diário de Santa Maria e A Razão.



2 comentários

  1. Jorge

    Não vai ser tanto assim. Em rede de esgotos, por exemplo, fez o quê? E o que fez já está depreciado, porque faz muuuuuito tempo.

  2. O Brando

    Para começo de conversa, se a coleta é responsabilidade da Corsan, é dela a responsabilidade de fiscalizar a conexão ao esgoto pluvial.
    Uruguaiana está sendo cobrada 70 milhões, mas se é este o valor e quando vai receber é assunto para o judiciário.
    Prédios, instalações, estações de tratamento não valem o que foi investido nelas, existe um negócio chamado “depreciação” que diminui os valores. Barragens? O rio que foi represado atravessa mais de um município. salvo melhor juízo a outorga das águas é assunto estadual.
    Logo a campanha de terrorismo dos defensores da Corsan, para que continuemos com esta bucha mais trinta anos, deve ser combatida.
    Tecnoparque é um elefante branco, quiseram replicar o que acontece em outras cidades sem as mesmas condições objetivas. Para não parecer que fizeram KK daqui a pouco aparece uma solução milagrosa que será marketada como se fosse a oitava maravilha do mundo. Num país desenvolvido já teria transformado em algo útil, uma escola por exemplo.

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