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CIDADE. É dia de encontro e marcha pelo respeito e pela diversidade: “2ª Parada do Orgulho LGBT”em SM

Organização do evento aguarda grande público para o encontro que começa às 4 da tarde, no Largo da Locomotiva, na Presidente Vargas
Organização do evento aguarda grande público para o encontro que começa às 4 da tarde, no Largo da Locomotiva, na Presidente Vargas

Por CASSIANO CAVALHEIRO, com foto de Arquivo, no jornal A Razão

O coletivo Voe de diversidade sexual, em parceira com ativistas independentes e organizações da sociedade civil, promovem a 2ª Parada do Orgulho LGBT Alternativa de Santa Maria. A atividade será nesse domingo, 27 de novembro, com início às 16h, no espaço aberto da Biblioteca Pública de Santa Maria, no Largo da Locomotiva. Antes disso, às 15h, haverá uma concentração na Praça Saldanha Marinho, onde o grupo sairá em marcha pela rua até a Biblioteca Pública. O evento da Parada no Facebook já conta com mais de 1.200 pessoas confirmadas e mais de 900 interessadas em participar da atividade.

Motivados pelo tema “Eles estão organizados, e nós?” o grupo espera grande participação do público em geral, além dos amigos, amigas, familiares e colegas de trabalho dos participantes. Na ocasião, haverá shows, apresentações artísticas, praça de alimentação, microfone aberto a discursos e falas do movimento, resgate da história LGBT, além de algumas homenagens. Confira o texto escrito pelo coletivo:

 “Quem quer tirar nossos direitos e barrar avanços está organizado. E nós? Passadas as eleições de 2016, o cenário é de perda de espaço. Poucas candidaturas progressistas foram eleitas. Em grandes cidades e no governo federal, a ordem é cortar secretarias e recursos de políticas públicas para nossa população. Criminalização da homofobia, lei da identidade de gênero, educação inclusiva: projetos essenciais que garantiriam nossos direitos estão parados nas casas legislativas ou sofrendo ataques.

Eles estão organizados. Setores religiosos fundamentalistas e grupos conservadores estão organizados há bastante tempo barrando nossos direitos no Congresso Nacional, nas Assembleias e Câmaras. Agora estão cada vez mais dentro das escolas, comunidades terapêuticas e cargos de gestão pública. Escola sem gênero, escola sem partido, proibição da doação de sangue, não reconhecimento da identidade de pessoas travestis e transexuais. São inúmeros os direitos que nos são negados.

Por isso, precisamos estar nas ruas. Precisamos nos organizar cada vez mais. Barrar cada pequeno retrocesso. Avançar em cada possível conquista de direitos. Os próximos anos, de reajuste fiscal sobre os mais pobres e de uma política institucional ainda mais misógina, racista e heteronormativa vão exigir muito mais de nós LGBT.

Nós estamos organizados. Mas é preciso estar ainda mais.

Eles estão organizados, e nós também!

Vem construir esta Parada e o movimento em Santa Maria com a gente!”

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.

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