CORSAN. Secretário Fabiano Pereira preside reunião do Conselho de Administração da empresa do Estado

CORSAN. Secretário Fabiano Pereira preside reunião do Conselho de Administração da empresa do Estado

CORSAN. Secretário Fabiano Pereira preside reunião do Conselho de Administração da empresa do Estado - fabiano-corsan

Fabiano Pereira, empossado secretário quinta, o dia seguinte presidiu a Assembleia Geral do Conselho de Administração da Corsan

Por JEAN P.H. MAIDANA, da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Obras

O secretário estadual de Obras, Saneamento e Habitação, Fabiano Pereira, presidiu na manhã desta sexta-feira (28), a Assembleia Geral do Conselho de Administração da Companhia Riograndense de Saneamento – CORSAN.

A Corsan é uma empresa de economia mista, cujo acionista majoritário é o Governo do Estado com mais de 99% do capital. O restante está dividido entre oito municípios: Carazinho, Cerro Largo, Estrela, Lajeado, Muçum, São Marcos, Quaraí e Rosário do Sul.

O secretário de Obras Fabiano Pereira falou sobre a importância do investimento em saneamento básico. “Ao assumir esta importante missão de representar uma das mais tradicionais secretarias do estado, renovo o meu compromisso com o desenvolvimento do estado. Ampliar os investimentos na área de Saneamento Básico é uma das principais prioridades do Governo do Estado. Vamos trabalhar incansavelmente para promover essa política, buscando beneficiar e promover às famílias gaúchas saúde e o seu bem-estar”, frisou o secretário.

Fabiano Pereira também abordou a importância dos projetos de Parceria Público-Privada (PPP) para qualificar e melhorar o acesso aos serviços prestados pela companhia.

Participaram da reunião o diretor presidente da CORSAN, Flávio Ferreira Presser, acionistas e membros do conselho.



6 comentários

  1. Jorge

    Venda-a, seu Fabiano. Será excelente para todos. Vai entrar dinheiro no caixa para pagar o gigantesco bilionário passivo que o Estado tem com centenas de milhares de pessoas. E vamos finalmente melhorar os serviços. Os serviços têm de melhorar com geração de caixa próprio, não com endividamento impagável.

  2. Paulo

    Todos????????????, tem comentarista que se acha a unica bolacha recheada do pacote, chegam ao ridiculo de discutirem consigo proprio, mas na verdade desconhecem o valor do bem publico para os mais pobres e são bons mesmo é de fazer piadas.

  3. Jorge

    Perdão. O senhor tem razão, seu Paulo. Claro que para todos não serão. Não serão para os funcionários que hoje têm empregos garantidos, nem serão para os cargos comissionados. Não serão para os partidos nem para os políticos que usam empresas de gestão pública para lotá-la de cargos comissionados com a “cumpanheirada” do partido.

    Bem público que só serve para alguns. Não conseguem ser eficientes para atender as demandas, não são autossustentáveis na captação de recursos para investimentos estrondosos que precisamos fazer nas nossas cidades (no caso da CORSAN, para expandir a rede de esgotos), que faz do Estado do RS ser um dos piores do Brasil em termos de serviços públicos, que parou no tempo dos investimentos porque (no caso da CORSAN) tem uma tarifa dissociada da realidade. Serve para quê, mesmo? Ora, para uso político.

    Há décadas têm sido assim: o prefeito do partido do governador leva investimentos, suados, geralmente estrangeiros, comprados em dólar. Prefeito e governador fazem inauguração da obra antes de começá-la e antes de terminarem o mandato, mas o prefeito que não é do mesmo partido ou coligação fica quatro anos sem investimento. Era assim. Agora as contas do Estado estão tão ruins que ninguém tem levado nada. Mas por que a CORSAN não sustenta investimentos próprios?

    Precisamos nos mexer. O mosquito transmissor da dengue está aí. Uma das causas da proliferação é a falta de saneamento e rede de esgotos. Todo mundo sabe disso, mas “onde está o dinheiro que deveria estar aqui”?

  4. Jorge

    Por que esse Estado continua sendo “bom exemplo” de incompetência na gestão das “nossos bens” (instituições públicas)? Por que a CEEE vai tão mal? Por que a CESA tem um passivo de meio bilhão de reais?

    Porque bem público gerenciado por político não funciona em lugar nenhum do mundo. Há exceções, claro. A NASA, por exemplo, mas ela só funciona bem nos EUA. E não tem concurso público. Agora coloquem a NASA no RS com pesquisadores só concursados e gerenciada por políticos, aonde chegaríamos? Fazendo foguete-espoleta para festas de São João. Mas muitos cidadãos orgulhosos bateriam o peito para dizer… “mas a NASA é nossa. Não vendam!!”. Isso é assim todo o dia. Dissociação da realidade: valorizar o que não vale, que não dá retorno.

    Se queremos melhorar, se queremos sair da inércia e da mediocridade de resultados que vêm da gestão pública, o Estado precisa vender tudo onde é, há décadas, incompetente para gerir. Por quê? Porque nós pagamos a conta dos buracos e não temos retorno, simples assim, seu Paulo. Se o senhor tem uma empresa e é incompetente para geri-la, o senhor quebra, mas a sociedade não paga a conta. Quando é empresa de gestão pública que vai muito mal, algum dinheiro de outro lugar vai ter de sair (da educação, da saúde ou da segurança) para tapar o buraco do que não funciona.

    Estamos quebrados há horas no Estado vendo aumentar impostos, que diminui as vendas, não gera empregos, pedindo empréstimos para bancos, etc.. devendo em dólar, devendo em reais, mas “os bens são todos nossos”. Estou “emocionado”. Mas é racional o alguém se apegar a um carro velho que só dá prejuízo e leva o passageiro só até a esquina? Se não funciona, se não cresce, não melhora. Avance, seu Paulo, olhe para a realidade, para os fatos. Não se apegue. “Desencoste”. Deixe a coisa andar. Sim, vai ser muito bom para 10 milhões de pessoas ver esse Estado livre e desapegado do que não funciona, seja “bem público” ou não.

    Seu Paulo, bem público para ser considerado um bem de verdade precisa dar resultados. Dar retorno. Atender bem as necessidades da sociedade. Tem de funcionar. Tem de ser eficiente. Bem público que só é uma placa escrita em azul me leva a outro tipo de lágrimas, a que dói no bolso.

  5. Paulo

    Serviço basico e essencial nunca se deve entregar para os extorquistas, no mais é discurso da boca pra fora.

  6. Jorge

    Seu Paulo,

    entregar para políticos por décadas e décadas, pode?

    Entregar para políticos que lotam essas empresas com cargos comissionados da “cumpanheirada”, geralmente não profissionalizada, por isso inapropriada para a gestão administrativa de qualidade, pode?

    Fazer gestão que cria passivos bilionários, pode? Correios, Petrobras, Eletrobras, são bilhões e bilhões de prejuízo. Quer ter posse de passivos? Vai pagar como? A “nossa” CESA tem um passivo de meio bilhão de reais. Quer? Leva para a casa. Pague a conta sozinho.

    CEEE é uma das piores concessionárias de energia do Brasil, perderia a concessão com as regras da agência reguladora que leva em conta qualidade do serviço, eficiência, produtividade, etc.. Mas a empresa “é nossa, para nós”, então o seu Tarso pediu uma ajudinha política para a dona Dilma e a concessão foi renovada. Quem ganhou com isso, você, seu Paulo? Não, os políticos. A atual “cumpanheirada” do gestor também agradeceu. A “cumpanheirada” dos futuros governadores, também. A CEEE melhorou com o atual governo? Não. E a CORSAN? Não tem nem nunca teve caixa autossuficiente para investir em todas as demandas, principalmente na expansão da rede de esgotos. O RS é um dos Estados mais deficitários em rede de esgoto do Brasil. E o mosquito se alastrando. Sempre precisou de investimentos externos. Sempre foi usada no passado pelos políticos da hora como máquina eleitoral. Sempre teve tarifas populistas, nunca realistas. Hoje parou no tempo, o Estado não tem nada para investir, nem como dar garantias. É sua? Quer? Leva. Mas pague a conta do próprio bolso dos bilhões que as cidades precisam de investimentos em saneamento e rede de esgotos para nos entregar, ao cidadão, a cada um de nós, um de serviço público de qualidade. Ah, não tem? Empresa privada tem. E podemos cobrar metas e desempenho, e se não cumpri-los, “tchau prá ti”. Entendeu?

    Que estória é essa que basta escreverem numa placa “esse bem é nosso” e colocar todas as demandas não atendidas para debaixo do tapete? Fazer de conta que funciona? Quando se pesquisa as causas que fazem essas empresas serem muito deficitárias em atender nossas demandas há décadas, a causa é uma só: gestão pública política, demagógica, populista.

    Tem de vender, sim. Vai ser muito bom para absoluta maioria da sociedade vender esses paquidermes brancos. Estamos atolados em dividas. Estamos pagando impostos nos limites. Paramos no tempo com tantas demandas e um caixa ilusório que não atende nem mais a máquina inchada e burocrática. Precisamos fazer muito caixa e ao mesmo tempo nos livrar dos paquidermes brancos ineficientes e de altíssimos passivos. Essa é a realidade. Mas se são seus bens e quer pagar a conta, pague sozinho.

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