AUTODEFESA. Escola de Pa-Kua de Santa Maria traz para a cidade a “aula aberta contra estrangulamento”

AUTODEFESA. Escola de Pa-Kua de Santa Maria traz para a cidade a “aula aberta contra estrangulamento”

AUTODEFESA. Escola de Pa-Kua de Santa Maria traz para a cidade a “aula aberta contra estrangulamento” - bi-pakua

Rodrigo Ávila, Felipe Flores, Marcos Silveira, Evandro Bertol e Matheus Quadros são instrutores na Escola Pa Kua Santa Maria

Por BIANCA PEREIRA (texto, foto e video), da Equipe do Site

A Escola de Pa-Kua de Santa Maria traz para a cidade uma aula aberta de defesa contra estrangulamento, com técnicas de defesa pessoal neste sábado, 29. A aula é gratuita e acontece das 15h até as 17h, sendo ministrada pelo instrutor Rodrigo Ávila.

O Pa-Kua é um conjuto de conhecimentos que faz parte dos fundamentos do pensamento Chinês, que se baseia na contemplação das mudanças da natureza. A escola existe desde 1998 em Santa Maria, sendo uma das primeiras a ser formada no Estado. Em 2005 a escola se desfez, voltando em 2010, com aulas dentro de uma academia e, desde o ano passado, com um espaço próprio no centro da cidade.

São nove modalidades difundidas pela Liga Internacional de Pa-Kua. Porém, em Santa Maria as modalidades praticadas são Arte Marcial, Armas de Corte, Cosmodinâmica (Tai Chi) e Arqueria. As modalidades são conhecidas por transmitir aos alunos a defesa pessoal, coordenação, postura, alongamento, disciplina, relaxamento, concentração e autoconhecimento.

Marcos Silveira, um dos instrutores da escola em Santa Maria, já praticou outras artes marciais e comenta que a diferença entre elas é que “a maioria das artes que a gente conhece vem do oriente, elas são bastante focadas na forma de pensar oriental, uma forma mais disciplinada. No kung fu tinha essa cobrança [de ser melhor], mas no Pa-Kua ela vem de ti mesmo, tu vai melhorar na velocidade que tu se cobrar.”

O instrutor Evandro Bertol completa que o esporte “se destaca das outras artes marciais, principalmente por não ser focada na competição, no sentido de torneios e provações em relação ao outro, e sim uma competição pessoal, focada no crescimento pessoal. O combate que existe dentro do treino é focado no próprio aperfeiçoamento.”

O consenso entre os instrutores é de que qualquer uma das modalidades traz o autoconhecimento para quem as pratica. “O maior ganho é o autoconhecimento.  Começamos desenvolvendo o autoconhecimento, que leva ao autocontrole, e estes dois combinados levam ao autodomínio, que é a prevalência do ser sobre ele mesmo, de forma consciente” diz Bertol. Matheus Quadros fala que permaneceu na arte marcial “pelas pessoas que praticam, tem uma característica de quem pratica [que cria] um ambiente muito bom, que tu se sente abraçado.”

Para quem quer iniciar, os instrutores concordam em duas dicas: “é preciso ter vontade” e “não deixe para depois”. Quem quiser participar de uma aula experimental é preciso entrar em contato pela FANPAGE do Facebook ou pelo telefone (55)9-9940-4548.

Confira o video dos instrutores praticando a Arqueria:

 



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