SALA DE DEBATE. Um trio (mas não só) de assuntos: fim do ‘garantismo’, emenda ‘Lula” e o pleito de 2018

SALA DE DEBATE. Um trio (mas não só) de assuntos: fim do ‘garantismo’, emenda ‘Lula” e o pleito de 2018 - sala-11

O mediador (D), com os convidados de hoje: Elvandir José da Costa, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque Pereira (foto Gabriel Cervi Prado)

É verdade que questões que beiraram o saudosismo, ainda que travestido de saudade, tomaram conta especialmente do bloco inicial – com recordações acerca de antanho. E que, sim, acabam por contagiar também o ouvinte. Mas o “Sala de Debate” desta segunda-feira, como (quase) sempre, não se furtou de discutir questões da conjuntura, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1.

Os convidados de hoje, Elvandir José da Costa, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque Pereira, com a mediação deste editor, se debruçaram sobre uma série de temas. Em destaque, três: o fim (?) do “garantismo” nas decisões judiciais, a chamada “emenda Lula”, que beneficiaria o ex-Presidente e um punhado de outros políticos nacionais e, claro, projeções variadas para o pleito de 2018 – inclusive uma inusitada anistia a quem está hoje encrencado

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5 comentários

  1. O Brando

    Rindo para variar. Com a devida vênia do Dr. Costa, a quem o comentário não se dirige, é sempre engraçado assistir um militante de esquerda utilizar por conveniência um argumento liberal. Después é mais engraçado ainda alusão a “garantias” de modo genérico, sem adentrar os detalhes. Devido processo legal, direito a defesa e defensor, prisão por ordem judicial devidamente motivada, duplo grau de jurisdição, publicidade onde possível, conhecimento do teor da acusação, etc. O que não foi respeitado? Não dizem.

  2. O Brando

    É incrível, os “inocentes” querem anistia. O mais é chute. Caixa 2 não vai dimimuir simplesmente porque ficou mais difícil. A chance de punição continua a mesma (vide TSE), a fiscalização não aumentou e o “prêmio” continua o mesmo. Veja o caso do PT, por exemplo. Ainda existem muitos empresários com saudades das tetas do BNDES por aí, existem beneficiados de antanho que ainda não estão enrolados. Mais, deve existir grana em outros países onde ocorreram obras, países com “cumpanheiros” no “puder”.
    Recriminações “morais” de vermelhinhos são para dar risada. As pessoas vestem amarelo e vão para rua quando querem, idem para bater panelas. Não devem “sastifações” para vemelhinhos.

  3. O Brando

    Quando Dilma emitiu os tais decretos das pedaladas já fazia comentários no “sítio”. Escrevi que eram ilegais e provavelmente não dariam nada (no Brasil é assim, segurança jurídica total). Tempos depois ninguém mais pensava em impeachment, era assunto encerrado. Podem até dizer que foi pretexto para implementar uma decisão política, mas ela deixou na reta, seja por incompetência, seja por arrogância. Muita gente, inclusive no STF, acha que o respeito ao “voto popular” tem que ser quase absoluto. Não creio que a população concorde. Vide o TSE novamente.

  4. Jorge

    Permita-me continuar o seu pensamento, seu Brando,

    O “respeito ao voto popular” deveria ir até aonde o próprio “popular” se dá conta que o eleito não respeita as leis, é incompetente ou quebra um país. Em qualquer situação de vida despedimos (literalmente ou entre aspas) prestadores de serviço, empregados ou mesmo pessoas de nossos relacionamentos quando a coisa não dá mais pé. Por que quando tem o tal de voto na jogada o presidencialismo fica fajuto, pois somos obrigados a aguentar um eleito no poder até o fim do mandato, mesmo incompetente, criminoso ou sem prestígio algum na sociedade? O voto não dá garantia de gestão honesta, competente ou adequada. Podem colocar o maior santo do mundo no poder, mas se é um incompetente, a lei deveria facilitar o chute da cadeira, não complicar.

  5. Jorge

    Peguemos o exemplo do caso mais recente, que traumatizou os vermelhinhos. Nos dias do impeachment, a dama de vermelho não tinha os 53% de votos de quando foi eleita, nem chegava perto. Poucas semanas antes da votação do impeachment, tinha 70%. de índice de reprovação. Onde estariam os votos populares que legitimaram a posse? A maioria, no ralo. Votos legitimam a posse, vejam bem, não o mandato até o fim, pois os acontecimentos vão se sucedendo, tornando a situação dinâmica e por isso existe a possibilidade legal do impeachment. Pena que nesse país o impeachment não seja um fato mais natural e rápido, pois não se espera de egos inflados a rica possibilidade da grandeza da renúncia.

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