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ELEIÇÕES. Werner Rempel confirma: PPL terá nome para Presidência em 2018. E ele vai a deputado federal

Rempel: o PPL terá nome para a Presidência, se coligará na disputa ao Palácio Piratini e ele concorre a vaga na Câmara dos Deputados

Surge mais um nome de candidato a deputado federal por Santa Maria. Depois da desistência de Ovídio Mayer, do PTB, e que apoiará nome de outro partido, e da certeza das candidaturas de Manoel Badke, do DEM, e do já parlamentar Paulo Pimenta, do PT, quem encaminha sua postulação é o Werner Rempel – presidente do Partido Pátria Livre (PPL) no Rio Grande do Sul.

Segundo disse ao colunista, a preocupação maior do PPL nacional é a cláusula de desempenho, que impõe aos partidos um número mínimo de votos, distribuídos por vários estados, para que possa receber os benefícios da legislação. Como a agremiação é pequena (hoje sequer tem deputado federal), a meta, para 2018 é exatamente essa, ultrapassar o mínimo exigido.

Não é por outra razão que, em nível nacional, inclusive para ter maior visibilidade, será lançado um candidato a Presidente da República. No encontro nacional do PPL, há uma semana, em São Paulo, com a presença de Rempel, surgiram os nomes de quatro lideranças que se colocam à disposição para concorrer ao Planalto. São elas: Marcelo Monteiro, dirigente do Partido Popular de Liberdade de Expressão Afro-Brasileira (que está em processo de fusão com o PPL), O jurista e professor Léo da Silva Alves, coordenador do Movimento Cívico Nacional; João Vicente Goulart, filho do ex-presidente Jango, e Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia da USP. Um deles deverá ser escolhido, no próximo ano.

No caso do Rio Grande do Sul, Rempel diz que o partido deverá coligar-se para a disputa ao Piratini. Já manteve contato com pelo menos duas siglas, sem que isso tenha significado qualquer acordo prévio, por quanto, com alguma delas. No caso, o PSOL (que deverá apresentar o nome de Roberto Robaina ao Governo) e o PDT (que já tem Jairo Jorge como seu pré-candidato).

E ele, Werner Rempel? Segundo o próprio, se a decisão fosse hoje, concorreria a deputado federal. Inclusive por conta da aparente abertura do “mercado” eleitoral em Santa Maria para a Câmara, com poucos candidatos locais, e, sobretudo, porque isso poderia facilitar a obtenção da meta do PPL para o Estado: a conquista, com seus candidatos, de 1,5% dos votos para deputado federal.

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Um Comentário

  1. PPL com Rempel está mais para Partido PaLeozóico. Cereja do bolo é a defesa ferrenha de um mercantilismo estropiado.
    Roberto Robaina é ex-companheiro da Luciana Genro com quem tem um filho.
    Ildo Sauer é gaúcho, engenheiro civil pela UFRGS. Dali foi para a energia nuclear. Segundo a lenda, os militares davam muita ênfase ao setor, chegando a pagar duas bolsas para quem fosse estudar naquela área.

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