EstadoSegurançaTrabalho

SEGURANÇA. Policiais civis do Rio Grande estão em greve até a integralização salarial de todos os agentes

Faixa e adesivos na Delegacia de Pronto Atendimento, em Santa Maria, indicam a greve da categoria – que tende a ficar parada até dia 14

Por MAIQUEL ROSAURO (texto e foto), da Equipe do Site

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul iniciou a semana em greve. Em frente à Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA), em Santa Maria, adesivos e um cartaz indicam a paralisação devido à ausência de pagamento do salário de outubro dos servidores. A paralisação irá prosseguir até a integralização dos vencimentos de todos os agentes.

De acordo com o dirigente regional da União Gaúcha dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm/Sindicato), Leonardo Trevisan, a orientação da entidade é para que os agentes fiquem nas delegacias para orientar o público.

“Só serão atendidos casos graves, igual fizemos na greve do mês passado. Também não realizaremos os cumprimentos de mandados de prisão e de busca e apreensão, e também não remeteremos procedimentos ao Judiciário”, afirma Trevisan.

Na última terça (31), o governo pagou o salário dos servidores que recebem até R$ 2 mil líquidos mensais. A Secretaria Estadual da Fazenda prevê o pagamento de quem recebe entre R$ 2 mil e R$ 5 mil na sexta-feira (10), contemplando, assim, 84% do funcionalismo.

A finalização do pagamento para todos os servidores do Executivo está prevista para ocorrer, no máximo, até o dia 14 de novembro.

Leia também

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

2 Comentários

  1. De onde saiu essa estória de que o direito a greve significa que o grevista preserva o direito a receber salário integral nos dias parados? Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

  2. Precisa-se mudar urgentemente a regulamentação sobre o direito de greve. Se o serviço público tem direito a greve, a sociedade (que paga a conta de todos e não recebe o serviço público quando estão em greve) precisa ter o direito de não pagar os dias não trabalhados, isso de forma automática. Exemplo: foram duas horas de paralisação, são duas horas a menos no salário. Foram 10 dias de greve, 10 dias a menos no salário, e também deve-se não contar essas horas ou dias parados para tempo da aposentadoria e ainda descontar das férias. Se um autônomo não trabalha, não ganha. Se um funcionário na iniciativa privada não se apresenta e sem justificativa médica, tem salário descontado e ainda proporcional a menos nas férias se faltar mais que cinco dias. Isso se chama realidade, racional, justa, necessária. Não tem almoço de graça. Mas no serviço público…

Deixe uma resposta para Jorge Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo