CRÔNICA. Pylla Kroth e Lúcifer. E portador da luz e vice-versa. Mas e o rock... o que tem a ver com isso?

CRÔNICA. Pylla Kroth e Lúcifer. E portador da luz e vice-versa. Mas e o rock… o que tem a ver com isso?

CRÔNICA. Pylla Kroth e Lúcifer. E portador da luz e vice-versa. Mas e o rock... o que tem a ver com isso? - pylla-chamada-3“…E então percebi, quase estarrecido, que todo aquele cantar poético e de belas metáforas, sobre um ser de beleza indescritível e luz e brilho capaz de ofuscar todas estrelas do céu e de acender todos os sóis da criação, capaz de inspirar tanta adoração e de destruir dúvidas, suscitar revoluções, liderar hostes para a liberdade e abrigá-las em seus sonhos e protegê-las em sua Luz… na verdade era uma ode a Lúcifer!

Mas por que o meu espanto, afinal de contas? Perguntei a mim mesmo, depois de pensar um pouco. Pois de fato a letra toda fazia muito sentido se analisasse o mito que chegou até nós, sobre este ser misterioso, que desperta reações tão contraditórias, que vão desde a aversão até a adoração, ou indiferença, depende da pessoa, cuja

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “A Luz do Portador”, de Pylla Kroth. O autor  é considerado dinossauro do Rock de Santa Maria e um ícone local do gênero no qual está há mais de 34 anos, desde a Banda Thanos, que foi a primeira do gênero heavy metal na cidade, no início dos anos 80. O grande marco da carreira de Pylla foi sua atuação como vocalista da Banda Fuga, de 1987 a 1996. Atualmente, sua banda é a Pylla C14. Pylla Kroth escreve semanalmente neste espaço.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a imagem que ilustra esta nota é uma reprodução do Google.



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