ALTOS TROCOS. Jogos eletrônicos viram esporte no Século XXI e já vão faturar mais de R$ 1 bi em 2019

ALTOS TROCOS. Jogos eletrônicos viram esporte no Século XXI e já vão faturar mais de R$ 1 bi em 2019

ALTOS TROCOS. Jogos eletrônicos viram esporte no Século XXI e já vão faturar mais de R$ 1 bi em 2019 - poder-360-e-sports

Grupo SK Gaming, com forte representatividade no cenário internacional de um mercado em que o Brasil tem terceiro maior público

Do portal PODER360, com texto de HANNAYAHYA e PEDRO IBARRA, com foto de Divulgação

O mercado dos e-Sports movimentou US$ 655,3 milhões em 2017 no mundo, segundo levantamento do Newzoo. O setor teve origem na Coreia do Sul e em outros países da Ásia e Europa e passou a ser considerado modalidade esportiva e competitiva a partir dos anos 2000.

Daí em diante, a ascensão foi completa. Considerados como futuro do esporte internacional, os e-Sports são campeonatos profissionais de jogos online. A nova modalidade esportiva movimenta mais de US$ 400 milhões anualmente em premiações, segundo dados do site e-Sports Earnings.

Atualmente, os torneios mais lucrativos para profissionais são dos games Defense of the Ancients 2 (US$ 144 milhões em 965 campeonatos), Counter-Strike: Global Offensive (US$ 59 milhões em 3429 campeonatos) e League of Legends(US$ 54 milhões em 2094 campeonatos).

A projeção do Newzoo é que os números subam para US$ 905,6 milhões em 2018, ultrapassem a casa do US$ 1 bilhão em 2019 e cheguem a US$ 1,6 bilhões em 2021.

CENÁRIO BRASILEIRO

No Brasil, mais de 7,8 milhões de pessoas acompanham o setor. O país é líder na América Latina e o 3º maior do mundo nos jogos eletrônicos, atrás apenas dos EUA e China. 11,4 milhões de brasileiros jogam competitivamente.

A modalidade esportiva é difundida em terras brasileiras a ponto de contar com uma associação, a ABCDE (Associação Brasileira de Clubes de e-Sports), que auxilia os times a arrecadarem mais investimentos e aplicá-los da melhor forma, como em uma espécie de “empreendedorismo gamer”.

Times de futebol como Flamengo, Santos, Atlético Paranaense e Avaí já contam com times competitivos em ligas de e-sports. O rubro-negro carioca, por exemplo, está na final do campeonato brasileiro do game League of Legends.

COUNTER-STRIKE 

No cenário internacional, os jogos de CS:GO (Counter-Strike) superaram os de LOL e arrecadaram, só em 2017, US$ 50 milhões em premiações por meio de 3089 campeonatos. O Brasil tem um importante espaço nesse campo. De acordo com a HLTV, plataforma responsável por elencar os melhores torneios mundiais do game, 2 grupos brasileiros estão no ranking dos 30 melhores times de CS:GO no mundo…”

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1 comentário

  1. O Brando

    PIB mundial é algo como 78 trilhões de dólares. Logo aquele 1,6 bilhão é nada.
    Esporte que a criatura fica sentado num sofá?
    Daqui a pouco aparece alguém dizendo que tem empresa de jogos na cidade, que tem curso de formação e que no futuro a aldeia vai ser a capital mundial dos games. Ou então que a saída econômica da cidade são os games. Então tá.

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