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ELEIÇÕES. Candidato do PP, Heinze atropela no final, fica em primeiro e, com o petista Paim, vai ao Senado

Luis Carlos Heinze, apoiador de Jair Bolsonaro, é eleito senador pelo RS

Não há dúvida: a grande surpresa de última hora, que as pesquisas não apanharam, é a eleição de Luiz Carlos Heinze, do PP, para a primeira vaga ao Senado.  Desalojou José Fogaça, do MDB, que sempre esteve na dobradinha vencedora, e impediu a chegada de Beto Albuquerque, do PSB, que sempre disputou uma das vagas. E Paulo Paim, do PT, afinal, se manteve no Senado, como sempre apontaram os levantamentos dos institutos de Pesquisa.

Mas, claro, Heinze é a grande novidade, escorado pelo prestígio, se presume, do candidato presidencial Jair Bolsonaro (PSL), a quem decidiu apoiar em meio à campanha, contra a orientação oficial do PP. Mais sobre a vitória do pepista você tem no material originalmente publicado no portal do Correio do Povo. A foto é de Camila Aquino, de Divulgação. A seguir:

Luiz Carlos Heinze é eleito senador pelo Rio Grande do Sul

Luis Carlos Heinze é o novo senador do Rio Grande do Sul. O candidato do PP, que até um dia antes da eleição aparecia em quarto lugar nas pesquisas, obteve uma virada que surpreendeu seus adversários. Quando a apuração atingiu 95,70%, Heinze estava com 21,86% dos votos válidos. Ele mantém o PP como um dos representantes gaúchos no Senado.

Natural de Candelária, Heinze, 68 anos, foi prefeito de São Borja de 1993 a 1997. No ano seguinte ingressou pela primeira vez na Câmara Federal, onde permaneceu até a atualidade. Neste ano, o engenheiro agrônomo e produtor rural se lançou pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul.  Porém, numa ação envolvendo o PP e o PSDB em nível nacional, o partido, aqui no Estado, se uniu à candidatura de Eduardo Leite.

A senadora Ana Amélia, que iria tentar a reeleição, foi para a chapa de Alckimn como vice e Heinze entrou na vaga para o Senado. O PP, mais uma vez, ficou sem candidato majoritário. Heinze, na reta final da campanha do primeiro turno, declarou apoio ao candidato Jair Bolsonaro (PSL).

O parlamentar lembrou que tem uma relação pessoal antiga com o candidato do PSL. “Trabalhamos juntos em muitas matérias. Nos conhecemos há 20 anos e eu já havia me comprometido com ele”, afirmou. Heinze falou que externar sua posição é também para ficar em paz com sua consciência. “Não podia mais aguardar, ficar me remoendo e traindo minha base eleitoral, amigos e família.”

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