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RELAÇÕES EXTERIORES. Futuro ministro criará um “departamento do agronegócio” para abrir mercados

Futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, diz que “algumas negociações comerciais em curso são ruins para a agricultura”

Do site especializado Congresso em Foco, por RAFAEL NEVES (com foto de Rafael Carvalho/Divulgação)

O futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, anunciou na noite da última quinta-feira (20) que o novo Itamaraty terá um Departamento do Agronegócio, que trabalhará em parceria com o Ministério da Agricultura para abrir mercados aos produtos brasileiros. “Nos governos petistas, o Itamaraty foi a casa do MST. Agora estará à disposição do produtor”, escreveu ontem (quinta, 20) o futuro chanceler no Twitter.

Araújo fez uma alusão indireta a críticas como a de que o Brasil, ao anunciar que mudará a sede da embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, arriscará seu comércio com países árabes. Na última quarta (18), a Liga Árabe prometeu retaliações se a embaixada realmente for mudada. O futuro chefe do Itamaraty defende que o país tenha “voz e opinião própria” para se fazer respeitar no mercado internacional.

“O Brasil não deixará de exportar frango e soja, carne e açúcar, mas passará a exportar também esperança e liberdade. O fato de ser uma potência agrícola não nos proíbe de ter ideais e de lutar por eles”, escreveu o indicado para o ministério pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo Araújo, as embaixadas no Brasil pelo mundo serão orientadas a “promoverem os produtos agrícolas brasileiros ativa e sistematicamente”, assim como a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).

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Um Comentário

  1. Barbudinhos do Itamaraty. Marco Aurélio Garcia. Esquerda. Nacionalismo megalomaníaco sem noção. Ministério das Relações Exteriores e o Instituto Rio Branco saíram dos trilhos faz tempo.

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