RETROSPECTIVA 2018. O supercalote que vitimou centenas de santa-marienses, 7ª nota mais lida do ano

RETROSPECTIVA 2018. O supercalote que vitimou centenas de santa-marienses, 7ª nota mais lida do ano

RETROSPECTIVA 2018. O supercalote que vitimou centenas de santa-marienses, 7ª nota mais lida do ano - retrô-3O caso está na Justiça. Não se sabe (ou o editor não sabe, ao menos) que rumo foi dado na esfera policial. Mas o fato é que a reportagem de Maiquel Rosauro, na madrugada de 27 de junho, uma quarta-feira, desnudou um escândalo imobiliário que vitimou centenas de santa-marienses, que adquiriram e não viram (ou apenas conferiram parcialmente) a casa própria e, de repente…

Enfim, os detalhes todos da história que sacudiu boa parte da cidade naquela ocasião estão a seguir. Confira:

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Residencial Dublin deveria ter 46 residências, mas obra está completamente parada. No local, site encontrou apenas cães de guarda

CIDADE. Como um golpe imobiliário transformou Santa Maria num cemitério de residenciais inacabados

Por MAIQUEL ROSAURO (texto e fotos), da Equipe do Site

A Polícia Civil desencadeou, na manhã de terça-feira (26), a Operação Apate, no qual combate ações de estelionatários do ramo imobiliário que lesaram pessoas com a ilusão da casa própria. A ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Santa Maria e Porto Alegre e resultou na prisão de dois homens. Como consequência, o golpe imobiliário criou um cemitério de condomínios inacabados na Cidade Universitária.

A operação tinha como alvo os donos da empresa Ampar, com sede em Porto Alegre, e que oferecia residências em condomínios da região Central a partir de R$ 99,9 mil. Segundo o delegado Antônio Firmino de Freitas Neto, titular da 4ª Delegacia de Polícia de Santa Maria, os integrantes da associação criminosa de estelionatários começavam a construção de empreendimentos, mostravam uma casa pronta, mobiliada, realizavam a venda, até para duas pessoas, e não os entregavam.

“Com a fraude, o grupo tinha a intenção de apurar mais de R$ 100 milhões. Por hora, já foi apurado prejuízo superior a R$ 1 milhão”, declarou o delegado em matéria divulgada no site da Polícia Civil (AQUI).

Em Porto Alegre, foi apreendido com o presidente da empresa, Alex Sander Menezes, uma pistola, calibre 380, municiada com 13 cartuchos, e mais dois carregadores. Também, foi apreendido um Jeep Renegade. Outro membro da empresa foi preso por estar portando maconha em pequena quantidade, que disse ser para uso próprio.

Em Santa Maria, no mesmo horário, foram cumpridos mais cinco mandados de busca e apreensão. Em todos os mandados, foram apreendidos documentos e computadores que, segundo a Polícia Civil, provam a existência dos crimes, que são formação de quadrilha e estelionato.

Obras começam e jamais terminavam

O Residencial Veneza, no Bairro Tomazetti, ao lado do Condomínio Parque das Oliveiras, é um exemplo de como a empresa operava. A obra iniciou oficialmente em 5 de junho de 2017 e, no local, segundo propaganda da empresa, seriam erguidas 281 unidades, em condomínio fechado, com casas de um, dois ou três dormitórios. Mais de um ano depois, há apenas duas residências erguidas (e inacabadas) e outra em construção.

No Bairro Diácono João Luiz Pozzobom a empresa iniciou as obras dos residenciais Amsterdam, Dublin e Paris. Segundo os anúncios da Ampar, eles deveriam ter, respectivamente, 66, 46 e 66 unidades. Porém, em todos a realidade é a mesma: obras inacabadas em ruas de difícil acesso e, cerca de, dez residências construídas…”

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