UFSM. Dia de explicações sobre como a instituição passará 2019 com orçamento sensivelmente reduzido

UFSM. Dia de explicações sobre como a instituição passará 2019 com orçamento sensivelmente reduzido

UFSM. Dia de explicações sobre como a instituição passará 2019 com orçamento sensivelmente reduzido - sedufsm-burmann

Burmann: R$ 6 milhões insuficientes para manter obras. No ano passado, R$ 19 milhões já foram pouco. Tanto que houve suplementação

Por FRITZ R. NUNES (com informações de GaúchaZH e foto de arquivo), da Assessoria da Sedufsm

O reitor da UFSM, professor Paulo Burmann, concederá entrevista coletiva à imprensa, para tratar da questão orçamentária, nesta quarta, 23 de janeiro, a partir das 9h. O encontro ocorrerá na sala dos Conselhos Superiores da instituição, localizada no 9º andar do prédio da Reitoria.

Na última quarta, dia 16, o site Gaúcha/ZH, do grupo RBS, publicou notícia dando conta de que a UFSM terá um orçamento 70% menor para investimentos em 2019. Conforme os dados publicados, em 2018, o valor repassado pelo governo federal à UFSM alcançou R$ 19,8 milhões, enquanto para este ano, o previsto na lei orçamentária anual (LOA) corresponde a R$ 6 milhões. Mesmo o valor de pouco mais de R$ 19 milhões, constante da LOA no ano passado, não era o suficiente, e teve suplementação de R$ 12 milhões, o que elevou o valor total de investimento para R$ 31 milhões, informou na mesma entrevista, o pró-reitor de Planejamento, Frank Casado.

Em depoimento ao veículo de comunicação citado, o reitor da UFSM disse que os valores previstos são insuficientes frente às necessidades da instituição, como obras em execução e compra de materiais. Burmann afirma que trabalhará para sensibilizar as autoridades em relação à necessidade de que ocorra suplementação orçamentária. O dirigente da UFSM também destaca que essa redução não foi uma iniciativa do governo que assumiu, mas deve ser creditada ao anterior.

Frank Casado, pró-reitor de Planejamento da UFSM, disse à Gaúcha/ZH, que a universidade precisaria de pelo menos mais R$ 11,9 milhões para conseguir dar sequência às mais de 20 obras em andamento no campus principal e nas demais unidades. Se forem mantidos apenas R$ 6 milhões, a continuidade das obras corre risco. Para se ter uma ideia, o reitor Paulo Burmann disse que apenas para a compra de livros didáticos, em 2019, há a necessidade de ser feito um investimento de R$ 4 milhões.

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