Campanha. À falta de pesquisa, levantamentos por telefone dão o tom do discurso de candidatos
Tracking. Assim são chamadas as pesquisas – sobretudo qualitativas – feitas por telefone. Isto é, não pretendem obter apenas números, mas opiniões. São, até este momento e ao que sei, as únicas feitas em Santa Maria, afora as duas registradas na Justiça Eleitoral e publicadas pelo Diário de Santa Maria em início de julho e agora, em meados de setembro.
Pelo menos uma das coligações, pelo que pude apurar, está fazendo o tracking. Claro que seria pedir demais tentar saber o resultado dos levantamentos diários e que levam em conta, pela natureza e forma do trabalho, apenas eleitores que têm telefone fixo. No entanto, são essas pesquisas que balizam a campanha, tanto de rua quanto no rádio e na televisão.
O fato é que há, e isso sim foi possível levantar, uma diferença (dados de sexta-feira, dia 20) entre quem está em primeiro e o segundo colocado, menor que a da semana anterior, e que foi tornada pública pelo DSM. Mais não me foi dito – e mesmo que fosse, estaria impossibilitado de publicar.
Em todo caso, é bom prestar atenção nos programas de rádio e TV. Faltam, no instante em que esta nota é publicada, 20 deles – no caso da eleição majoritária. Já descontando o que estará sendo veiculado no rádio daqui a um minuto, são 10 na televisão, nove no rádio. Que ninguém descarte a possibilidade de ineditismo em todos eles, pois a hora não é de economia. E isso vale, especialmente, para as alianças que polarizam o pleito.
EM TEMPO: há rumores, informação nenhuma, de que mais uma pesquisa será registrada na Justiça Eleitoral em tempo de ser publicada antes do pleito. Mas uma, apenas. De forma que será o tal de tracking (palavra nova para este repórter) que vai determinar os rumos, e o tom, da campanha nos últimos dias antes de 5 de outubro.





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