ELEIÇÕES 2020. Enquanto grandões enfrentam seus problemas, avançam as negociações entre PDT e PTB

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Marcelo Arigony, pelo PTB, seria o cabeça da chapa para a Prefeitura. Pelo PDT, Marcelo Bisogno vira candidato outra vez à Câmara

Por CLAUDEMIR PEREIRA (com montagem sobre fotos de Reprodução), Editor do Site

Os grandões têm lá seus problemas.

O MDB, por exemplo, como você lerá por aqui em algum momento, não sabe se vai de candidatura própria (algo que sua tradição e tamanho colocariam como imposição), se torna vice de algum partido menor, mas com nome maior (já aconteceu em 2016, com o resultado conhecido) ou se joga, como não poucos querem, no colo tucano – tentando desalojar dali o PP.

O PSDB de Jorge Pozzobom, embora tenha muitas chances de repetir a dobradinha com o pepismo e Sérgio Cechin, vê parte de seu parceiro de chapa envolvido em dúvidas, por parte de militantes graúdos, sobre a conveniência de manter o casamento político.

O PT, como se sabe, embora isso não tenha se tornado oficial, não deverá ter Valdeci Oliveira a concorrer outra vez, e parte para uma opção que, seja qual for, não será majoritária na agremiação. Hoje, o partido seria representado por Luciano Zanini Guerra. Hoje.

E então…

E então, pelo menos dois partidos médios se encaminham para um casamento de conveniência e até, por que não, confluência programática. Sim, PDT e PTB, ou pelo menos boa parte de seus líderes, já se “acariciam”, a indicar um noivado a caminho, com chances – se a decisão fosse hoje – bastante razoáveis de casamento.

E como se daria isso, como várias reuniões já acontecidas indicam? Com a aliança para a prefeitura, contando com o delegado Marcelo Arigony na cabeça da chapa, representando o PTB e com as bênçãos inclusive das lideranças estaduais da sigla, tendo um nome do PDT, a ser definido, como vice.

Enquanto isso, as chapas proporcionais, que não poderão coligar-se, seriam fortalecidas. O PTB já tem dois nomes fortes, os atuais edis Deili Granvile e Ovidio Mayer. O PDT, com Luci Duartes (a possibilidade de sobrevivência política escassa no PP a manteria na sigla brizolista) e, sobretudo, com Marcelo Bisogno, que buscaria um retorno à Câmara. Sem falar em outros nomes significativos, como o primeiro suplente, Rogério Ferraz, e o animador estudantil e agitador cultural Nicão Xavier.

Enfim, enquanto os grandões se revolvem em problemas, PDT e PTB resolvem os seus, formando a tal aliança trabalhista. Claro, até evidências em contrário.

 



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