SALA DE DEBATE. Reforma da Previdência, saída do secretário Vargas, governo Bolsonaro e o Congresso...

SALA DE DEBATE. Reforma da Previdência, saída do secretário Vargas, governo Bolsonaro e o Congresso…

SALA DE DEBATE. Reforma da Previdência, saída do secretário Vargas, governo Bolsonaro e o Congresso... - sala-11

Editor (E), âncora Roberto Bisogno (D) e os convidados Antonio Carlos Lemos e Péricles Lamartine Palma Costa (foto Gabriel Cervi Prado)

Um animado “Sala de Debate”, nesta terça-feira. Inclusive com o direito exercido por um ouvinte, que reclamou (injustamente, mas enfim…) de “censura”. O fato é que pelo menos três instigantes assuntos, entre outros, se sobrepuseram aos demais, no programa da Rádio Antena 1, entre meio dia e 1 e meia – com a mediação de Roberto Bisogno e a participação deste editor e dos convidados, Antonio Carlos Lemos e Péricles Lamartine Palma Costa.

Mas, e que trio de temas foi esse, afinal? Um deles foi o trocão a ser investido (em que veículos?) pelo Governo Federal, para propagandear a proposta de Reforma da Previdência. Outro? A mudança, oficializada pela Prefeitura (coincidentemente) em meio ao programa, na secretaria municipal de Mobilidade Urbana. E, por fim (embora outros temas também sobreviessem), as agruras do governo de Jair Bolsonaro e sua relação com os outros poderes, especialmente o Congresso.

 



6 comentários

  1. O Brando

    Pessoal está acostumado com o aluguel de uma base pelo ocupante da presidência de plantão e o patrolamento do legislativo para aprovação dos projetos. Aluguel pago com distribuição de cargos e verbas. Como isto não é bem visto hoje em dia, existe ‘problema na articulação’. Daí falam em recriar dois ministérios e a imprensa já fala na volta do toma lá dá cá. Para os jornalistas tudo pode ser resolvido com bate-papo. Dizem as más línguas que um dos tais ministérios era para o povo do Rodrigo Maia, vulgo Nhonho. PSL reclama, só tem o ministério do turismo com ministro encalacrado. Demitem uma galera na Apex e no bolo vai um afilhado do presidente do Senado que simplesmente interrompe a sabatina dos novos embaixadores naquela casa. Cereja do bolo é deputado do Partido da RouBalheira Nacional falando que ‘falta diálogo’.

  2. O Brando

    Negocio do substitutivo é boato até prova em contrário. Imprensa está na base da crise de três dias, falsas polemicas, manchetes caça-cliques, etc. tudo em busca de audiência.
    Dinheiro é só para dizer que ‘melhorou a comunicação’. ‘Carinho’ vem de outra forma, B17 já deu entrevista para Silvio Santos. Já deu entrevista via telefone ao vivo no programa do Datena. Já deu entrevista para a Luciana Gimenez. Cada vez que ele faz isto o aumento de audiência já vale mais do os milhões citados. Globo consegue o Moro, o Mourão, a mulher do Mourão, mas o presidente ainda não conseguiu.
    Tem gente que acorda às seis e meia para ter mais tempo para fazer nada.
    Partidas dobradas.

  3. O Brando

    No começo do ano o governo mandaria a reforma da previdência para a Câmara e a reforma tributária para o Senado. Por causa da ‘conveniência politica’ acabou desistindo da reforma tributária.
    Atrás de toda cortina de fumaça que a imprensa faz, começou a correr um projeto de reforma tributária na Câmara (sem nenhuma inconveniência política!).
    Esquerda começou o orquestrar o discurso ‘precisamos de agenda econômica’, ‘não dá para esperar a reforma da previdência’, ‘é necessária reforma tributária’ (com direito a discurso do Paulo Paim no Senado). Governos de esquerda gostam de aumentar tributação para resolver problemas financeiros. Não que os outros não gostem, vide Marchezan em POA, mas para eles é saída com respaldo ideológico.
    Pois bem, CCJ da Câmara vai votar proposta de reforma tributária. ‘Embaralha as cartas’ para confundir e aumentar a tributação. Concentra mais dinheiro em Brasília. Depois dizem que a reforma previdenciária ‘pode ficar mais leve’. Só que daqui 10 anos nova reforma da previdência é necessária. Negócio é empurrar com a barriga.

  4. O Brando

    Não gosto do ‘faz parte do jogo’ sem maiores explicações. Às vezes justifica coisas erradas que são ‘normalizadas’ e portanto não podem ser corrigidas.
    Gestão de recursos humanos no setor público é uma piada. Imagino uma descrição de cargos levada a sério no mesmo.
    Editor fugiu da pergunta, perguntou porque o deputado era contra, não acredito que o mesmo tenha objeções exclusivamente dele.
    Lúcio Flávio o passageiro da agonia. Livro e filme muito bons.
    Sujeito pode pegar 9 táxis bons e um ruim. Vai lembrar e sair falando só do último. Aplicativo tem como dar o feedback muito mais rápido e mais facilmente.
    Licença ambiental para o empreendimento no mínimo uns dois anos. Diria três.
    Lixo também pode sofrer pirólise/gaseificação.

  5. O Brando

    Não requentou, recebeu via twitter e retransmitiu.
    Falam em freios e contrapesos como se Brasília fosse a materialização do livro do Montesquieu. A parte dos deputados/senadores a venda e da lagosta do STF não existem e ‘não pode mudar, tá OK!’. Tem que dançar conforme a música, tá OK!
    Só tenho um voto, nunca foi para Maluf, Sarney, Molusco, Calheiros, etc.
    Iriamos para o mato e derrubava ligeirinho, kuakuakuakuakuakua! Rambo é advogado, kuakuakuakuakua!
    Problema não foi o discurso da vitória, foi o ‘fazemos o diabo numa eleição’. Depois não adianta conclamar ao entendimento.
    Repartição do interior. Quatro funcionários, cada um distribuindo 12 fichas de manhã e 12 de tarde. Cada um deles rapidamente despachando vários porque ‘falta um papel’, atendendo quatro ou cinco que retornam porque foram recusados na primeira tentativa.
    Repartição do interior. Dois funcionários atendendo, um como reforço. Este último recebe ligação e diz que tem que sair para atender uma urgência. Desce para o pátio e fica tomando chimarrão com outros servidores que também não trabalham.

  6. O Brando

    Ninguém me contou, estava lá. Exemplos por aí não faltam.
    É tarefa da Assembléia aceitar ou rejeitar os diretores do banco, mas o motivo não pode ser qualquer um. Não pode ser ‘birra’ ou motivo político. Caso contrário não se consegue mais gente qualificada, vai manchar a própria biografia levando um toco por causa de mimimi?
    Ninguém vai sacanear a cidade, até parece que estão preocupados com a cidade. Estão preocupados com as conveniências politicas e as próximas eleições.
    Discussão do plano diretor que saiu da cartola como se coelho fosse foi uma vergonha.
    RS tem recursos humanos, só não se sabe se estão dispostos a deixar o que estão fazendo para assumir a bucha.
    MDB entende muito de RH, tanto que o Gringo indicou Mano Changes (filho do dono da Masal de Sto Antônio da Patrula), Paulo Odone e Kalil Sehbe para a diretoria do Badesul.
    Banrisul é sociedade de economia mista. Funcionários receberiam ‘valorização’ por qual motivo? Aumentam o salario para atrair diretores com maior qualificação, qual a justificativa do aumento dos funcionários?

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