Coluna Observatório. Eles têm o poder, emanado de Schirmer
De cara já é possível prever quem tem poder político no secretariado de Cezar Schirmer – emanado do próprio prefeito, naturalmente. Aliás, nem é preciso gastar muitos neurônios para perceber, inclusive pelo acúmulo de funções, todas de absoluto relevo político, que o tucano Jorge Pozzobom (ocupando-se de duas secretarias estratégicas) e o progressista José Farret (na emblemática Saúde, e como vice-prefeito) são os mais poderosos. E, com eles, inclusive porque é o dono da chave do cofre e da absoluta confiança política e pessoal do prefeito, soma-se o secretário de Finanças Antonio Carlos Lemos.
O secretariado girará todo em função do prefeito, que todos já perceberam ser um centralizador (com tudo o que isso significa de bom ou nem tanto), e desse trio avançado da administração. Ah, e misturado (mas distante, ao mesmo tempo, por sua reconhecida capacidade técnica e conhecer o plano de governo como quase nenhum outro) também desponta Carlos Brasil Pippi Brisola.
O potencial de ciúme despertado por esse trio (ou quarteto, acrescentando-se Pippi) não é algo desprezível. Mas também é assim que se faz política. E quem manda, creia, é sempre o comandante – o juiz das eventuais (e normais e naturais) desavenças.





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