POLÍTICA. Tradicional ranking mostra 100 cabeças do Congresso. Na lista, sete do RS; um é santa-mariense

POLÍTICA. Tradicional ranking mostra 100 cabeças do Congresso. Na lista, sete do RS; um é santa-mariense

POLÍTICA. Tradicional ranking mostra 100 cabeças do Congresso. Na lista, sete do RS; um é santa-mariense - pimenta

Petista santa-mariense Paulo Pimenta  é um dos sete gauchos considerados, com outros dos demais estados, “cabeça” do Congresso 

Foi divulgado o tradicional ranking elaborado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), que apresenta os 100 operadores principais do Congresso Nacional, composto por 513 deputados e 81 senadores.

Dos 26 partidos com representação parlamentar, 19 contam com pelo menos um no levantamento. Outros sete ficaram fora. Da bancada gaúcha (31 deputados e três senadores), sete foram distinguidos no ranking, entre eles o santa-mariense Paulo Pimenta (PT). Os demais são  os deputados Afonso Motta (PDT), Alceu Moreira (MDB), Darcísio Perondi (MDB), Henrique Fontana (PT) e Marcel Van Hatten (NOVO) e o senador Paulo Paim (PT).

Para saber mais, além de acessar o linque com todos os 100 “cabeças”, vale conferir o material da Agência de Notícias do DIAP, em que se explica, inclusive, os critérios que nortearam a escolha. A foto é de Reprodução. Acompanhe:

‘Cabeças’ 2019: DIAP identifica operadores-chave do Congresso

Para facilitar a leitura, o DIAP identificou e classificou os parlamentares em 5 categorias, de acordo com as habilidades de cada um, dando destaque à característica principal de cada operador-chave do processo legislativo. Os operadores-chave são: 1) debatedores; 2) articuladores/organizadores; 3) formuladores; 4) negociadores; e, 5) formadores de opinião. As classificações não são excludentes. Assim, um parlamentar pode, além de sua habilidade principal, possuir outras secundárias.

Entre os 100 parlamentares que comandam o processo decisório no congress, 71 são deputados e 29 são senadores. São os operadores-chave do Congresso Nacional. Isto é, sem esses deputados e senadores o processo político congressual, em 2019, teria, talvez, menos qualidades, no período compreendido de fevereiro a junho, quando foi feita a identificação. 

CLIQUE AQUI E CONFIRA A LISTA COMPLETA DOS 100 CABEÇAS DO CONGRESSO

Os “Cabeças” do Congresso Nacional são, na definição do DIAP, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades aqui descritas. Entre os atributos que caracterizam um protagonista do processo legislativo, destacamos a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão. Enfim, é o parlamentar que, isoladamente ou em conjunto com outras forças, é capaz de criar seu papel e o contexto para desempenhá-lo.

A pesquisa inclui apenas os parlamentares que estavam no efetivo exercício do mandato no período de avaliação, correspondente ao período de fevereiro a junho de 2019. Assim, quem esteve ou está licenciado do mandato, mesmo influente, não faz parte da publicação. Por isto, não constam entre os 100 mais influentes de 2019 os deputados e ministros do governo Jair Bolsonaro — Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República; Osmar Terra (MDB-RS), ministro da Cidadania; Tereza Cristina (DEM-MS), ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), secretário de Planejamento no estado do Ceará.

Além dos 100 “Cabeças”, desde a 7ª edição da série, o DIAP divulga levantamento incluindo na publicação anexo com outros parlamentares que, mesmo não fazendo parte do grupo dos 100 mais influentes, estão em plena ascensão, podendo, mantida a trajetória ascendente, estar futuramente na elite parlamentar. São os parlamentares em “Ascensão” no Poder Legislativo.

Representação por estado
A quantidade de parlamentares por unidade da Federação varia de 21, no estado de São Paulo, a 1 nos estados do Acre, Distrito Federal, Rondônia e Tocantins…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.



1 comentário

  1. O Brando

    Nunca votei em nenhum deles. Fica a pergunta, quase 10% dos cabeças do Congresso são do estado, como o mesmo está nesta ‘naba’?

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