ESTADO. Audiência Pública discute sexta, em SM, o impacto dos cortes nas universidades públicas do Pais

ESTADO. Audiência Pública discute sexta, em SM, o impacto dos cortes nas universidades públicas do Pais

Da Redação do jornal eletrônico SUL21, com imagem de Reprodução

ESTADO. Audiência Pública discute sexta, em SM, o impacto dos cortes nas universidades públicas do Pais - sul21-valdeciNa próxima sexta-feira (12), Santa Maria sediará uma audiência pública para discutir os impactos dos cortes orçamentários nas universidades e institutos federais para os municípios gaúchos. A atividade, proposta pelo deputado Valdeci Oliveira (PT) e aprovada por unanimidade na Comissão de Assuntos Municipais (CAM) da Assembleia Legislativa, será realizada às 13h30, no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter.

Na avaliação de Valdeci (foto), os cortes anunciados pelo governo federal, que chegam a mais de 30% em alguns casos, além dos reflexos na educação, irão afetar direta e negativamente a economia dos municípios e regiões que sediam essas instituições. “Santa Maria é um exemplo, pois o orçamento da Universidade é muito maior que o da prefeitura. São recursos que circulam na economia local, que vão direto para o comércio e serviços da cidade”, diz, lembrando ainda que, somente em bolsas concedidas a estudantes, são R$ 12 milhões por ano que circulam nas cidades onde a UFSM está presente. “Além disso, é preciso analisar o incremento financeiro que a UFSM faz junto às empresas locais. De 2013 para cá, por exemplo, a Universidade contratou 1.067 empresas gaúchas, com um repasse de recursos médio de R$ 91 milhões ao ano. E isso faz muita diferença na economia do nosso estado”, explica.

Ao analisar a retirada de recursos da educação superior pública, o parlamentar lembra que, paralelamente aos cortes, o governo federal libera R$ 37 milhões para financiar uma campanha publicitária sobre a reforma da previdência, prepara o perdão de dívidas do agronegócio que deve encostar na casa do R$ 40 bi, além de permanecer com renúncias fiscais anuais de R$ 7 bilhões ao setor na exportação de produtos agrícolas. “Quer contradição maior que essa? Tira de quem precisa e dá para o andar de cima”, avalia Valdeci.

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