SALA DE DEBATE. Educação garante maior quota das discussões. Mas teve também Feisma, BB, petróleo...

SALA DE DEBATE. Educação garante maior quota das discussões. Mas teve também Feisma, BB, petróleo…

SALA DE DEBATE. Educação garante maior quota das discussões. Mas teve também Feisma, BB, petróleo... - sala-8

Mediador Roberto Bisogno (E), este editor (D) e convidados: Giorgio Forgiarini, Werner Rempel e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado)

Não há dúvida alguma acerca do principal tema tratado no “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1. Não, não foi a viagem à Grã-Bretanha, pelo convidado das quintas, Eduardo Rolim, hoje de retorno – embora o tema, claro, tenha sido abordado. O grande assunto do dia, no programa mediado por Roberto Bisogno, e a participação, também, deste editor e dos demais convidados, Giorgio Forgiarini e Werner Rempel, foi mesmo a educação.

Aliás, a questão foi colocada e ampliada para vários aspectos, a partir do anúncio, ontem, da ideia do ministério da Educação, de fazer com que as Universidades públicas captem recursos na iniciativa privada, através de…  Bem, melhor ouvir, né? Ah, e igualmente se discutiu, claro, outros temas, inclusive próxima Feisma, a multifeira de Santa Maria, que este ano acontece em novembro, e a situação das fontes de energia, especialmente o petróleo. Ah, e teve também uma queixa importante em relação ao Banco do Brasil. O quê???.

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6 comentários

  1. O Brando

    Santa Maria tem os fósseis da Alemoa e o alemão que é um fóssil. ‘Os outros querem que nós não nos desenvolvamos’, pois bem, Brasil teoricamente ficou independente de Portugal em 1822. A India ficou independente em 1950. População é numerosa, ainda existem problemas. Tem indústria automobilística própria, é potencia nuclear, tem programa espacial próprio, a lista é enorme. Não é possível ficar eternamente inventando responsáveis externos para os problemas internos. Nem inventar inimigos externos imaginários para ‘unir a nação em torno de uma causa comum’.

  2. O Brando

    O que não sabem inventam. Ebserh é só recursos humanos e equipamentos, pesquisa é Capes e CNPq. Fatec existe desde 1979.
    Veneno da jararaca e hipertensão, Sérgio Henrique Ferreira. Era membro da Academia Nacional de Ciências americana.
    Problema do hospital, se lembro bem, era que contratavam via Fatec por dois anos renováveis por mais dois. Depois tinham que achar outra pessoa. O certo era abrir vaga no hospital e fazer concurso para o hospital, mas como o cabideiro da Ebserh saiu do governo petista não houve praticamente oposição . Pior, não existe muito obstáculo para privatizar a Ebserh.
    História da terra plana saiu dos EUA, um site humorístico inventou que Trump acreditava que a terra era plana. Colou em parte e publicizou os reais crentes na planicidade da terra (dá para ganhar dinheiro com isto, é o mesmo que OVNI). Bom saber que os vermelhinhos importam desqualificadores do Tio Sam.
    Sim, todo mundo quer comprar as IFES, cheia de funcionários que acham que trabalhar é coisa da Globo.
    Associação dos engenheiros da Petrobras, alguém totalmente desinteressado no assunto. E porque Fernando Leite Siqueira falou só pode ser verdade.

  3. O Brando

    GM planeja começar a vender carro elétrico para as massas em 2023. Ford em 2022,
    Alternativas, mais cascata. Brasil não de hoje importa etanol de milho dos EUA para regular o preço da gasolina que tem vinte e tantos por cento adicionados. Bautista Vidal, outro do nióbio. Fernando Siqueira está com 78 anos, Vidal já foi para a melhor, como o cara do veneno da jararaca. Vidal defendia o girassol, mamona tinha problemas. Alás, todo mundo vai querer parar de plantar soja para plantar girassol, coisa de gênio.
    Energia atômica? Carro? Sabe tudo!
    Kroton foi fundada em BH em 1966, é empresa de capital aberto. Fundiu-se com a Anhanguera em 2014, Tentou comprar a Estacio em 2016 mas o CADE não aprovou. Prouni é de 2005. Fies começou em 1976 como crédito educativo.
    Quem quiser acreditar nesta lorota de Prouni e Fies esteja a vontade. Só que o mundo real não é formado de argumentos, é feito de fatos.

  4. O Brando

    Tem a desculpa de engolir passivamente tudo o que a imprensa convencional lhe põe no prato.
    Para usar o nome ‘universidade’ segundo a legislação vigente é necessário que a instituição tenha no mínimo dois doutorados e quatro mestrados. Logo esta história de particulares não ter pesquisa é lorota. Alás, prestigiado ranking mundial (até saiu na ZH) colocou a PUCRS como a segunda melhor do RS. O CETUC da PUCRJ é um dos principais centros de pesquisa em telecomunicações do Brasil. Sem falar nos centros de pesquisa não ligados a universidades, o SENAI Cimatec em Salvador tem um supercomputador que já foi o mais rápido da AL.
    Senão vejamos. UFSM iniciou o curso de graduação em odontologia em 1960. Mestrado só começou em 2013. Atualmente tem doutorado também, ambos com nota 5. Unopar da Kroton começou a graduação em odontologia em 1991. Doutorado em odonto começou em 2011. Nota 4 na Capes.

  5. O Brando

    Curva demográfica vai pegar o país em breve, vai sobrar vaga. Antes que fique para trás, grupo Kroton tem outros mestrados e doutorados em universidades país a fora.
    Problema das universidades pode ser estampado pela aldeia. Enquanto a UFSM foi tocada pelo Dr. Mariano foi de vento em popa, havia muitas coisas para fazer, muitas dificuldades, mas havia rumo. Com o tempo e a tal autonomia, a liberdade de cátedra, virou uma instituição sem hierarquia, sem direção, trabalha quem quer e como quer, corporativismo corre solto, eugenia institucionalizada, sistema feudal, etc. Paralelo é a UFN, que tem rumo, tem direção, tem hierarquia e tem foco (principalmente saúde). Só olhar o que era e o que se tornou.
    Em tempo, os principais pesquisadores e as principais pesquisas nos EUA no setor de inteligência artificial estão nas empresas. Universidades têm dificuldade em contratar gente. Não só salario e condições de trabalho, empresas deixam os empregados continuar a produção acadêmica, continuam publicando.
    Sim, existe uma campanha mundial contra o uso do plástico.

  6. O Brando

    Ganho? Que ganho? O sistema se retroalimenta. Se a qualidade da educação cai, alunos menos preparados irão se tornar os professores que amanhã irão formar outras pessoas. Fuga de cérebros agrava o quatro ainda mais, os mais capazes acabam se transferindo para o exterior. Engraçado é que ninguém critica a própria formação (maioria se acomoda e para de estudar, aprender novas coisas), má formação é sempre a dos outros.
    Analfabetismo na Argentina era 36% em 1914. Atualmente é perto de 2%. Argentina já foi primeiro mundo e entrou em decadência.
    Foi feita a escolha politica, ensino superior ficaria com a União porque era bem mais caro, tinha a pesquisa associada.
    Quem faria o projeto nacional? Este monte de políticos cabeças de bagre que andam em BSB?
    Problema é diferente, existe o problema do analfabetismo funcional, analfabetismo tecnológico, etc.
    Hidrometro é de latão. Deve estar uns dois pila o quilo.
    Rodovia do Parque em POA vive no escuro.
    Grande traficante numa cobertura é lenda urbana até prova em contrário.
    El Chapo. Não tem o primeiro grau completo.
    FGTS surgiu com o fim da estabilidade no serviço lá na década de 60. Função social é financiar a casa própria, construção civil.
    FGTS é pago pelo empregador, 8%. Quando a empresa quebra geralmente não depositou o valor. Sabe tudo! #sóquenão Teve uma época que era possível comprar ações da Petrobras com o FGTS. Dai aconteceu a Lava a Jato.

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