SALA DE DEBATE. Processo eletrônico, os assaltos a  banco em cidades menores, sindicatos em dificuldades

SALA DE DEBATE. Processo eletrônico, os assaltos a banco em cidades menores, sindicatos em dificuldades

SALA DE DEBATE. Processo eletrônico, os assaltos a  banco em cidades menores, sindicatos em dificuldades - sala

Este editor (E), na mediação, e os convidados do dia: Elvandir José da Costa, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque (foto Gabriel Cervi Prado)

Um supermix de assuntos. É do que se tratou hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1, no “Sala de Debate”. Com a mediação deste editor e grande participação de ouvintes, os convidados do dia foram Elvandir José da Costa, Walter Jobim Neto e Alfeu Bisaque Pereira.

Até pelo perfil dos integrantes desta segunda, tornou-se natural tratar de um tema que a cada dia é mais presente na vida dos operadores do Direito e, por consequência, da sociedade: o processo eletrônico que avança, e muito, no dia-a-dia do Judiciário do Rio Grande do Sul.

Claro que não ficou apenas nisso. Várias outras situações acabaram por ser discutidas. Entre elas, a (in)segurança nas cidades menores, as preferidas pelos assaltantes de banco, as dificuldades enfrentadas pelos sindicatos (e não apenas os dos trabalhadores) e até os números da pesquisa Datafolha, divulgada hoje, com o desempenho do governo de Jair Bolsonaro.

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4 comentários

  1. O Brando

    Famoso eproc. Que dependendo do caso é sujeito a chuvas e trovoadas. Na justiça federal funciona bem, mas já ouvi gente reclamando em outros estados. Em Santa Catarina tinha uma época que era um vagalume, toda vez gerava transtorno, advogados têm prazo e se o sistema não funciona primeira preocupação é saber se o problema é geral ou localizado. Outro aspecto é que deve aumentar o pessoal de TI e diminuir o pessoal ‘técnico’ em direito nos cartórios.
    Bancos e sindicatos passo.

  2. O Brando

    Pesquisas têm problemas, mais do que óbvio. Não é fenômeno tupiniquim. Não mudou a estatística, mudaram as pessoas. Ultimo erro, até onde sei, foi na Austrália. Dizem que por lá 25% dos eleitores mudaram de opinião, votaram em partidos diferentes do que tinham intenção de votar um mês antes. Donde se refuta que a pesquisa ‘é um retrato’, pergunta-se ‘retrato do quê’? De um passarinho voando? E se ele estiver de asas fechadas conclui-se que não precisa bater as asas para voar?

  3. O Brando

    Pesquisa Datafolha acredite quem quiser, é um país livre. Até um terceiro turno simularam, Andrade ganharia de B17. ‘Coincidentemente’ coletaram os dados enquanto a Rede Trouxa bombardeava dia e noite com os problemas da Amazônia.
    Sugestão do editor para que B17 leve a sério as pesquisas é hilário. Primeiro porque o sujeito não ouve muita gente. Segundo, não iria ouvir militância enrustida. Terceiro, um líder populista que não dá bola para pesquisas merece elaboração. Dilma, a humilde e capaz, prestou atenção nas pesquisas e começou uma campanha de marketing por semana sem apresentar resultados (que demoram). Foi um dos motivos que deu no que deu.
    Governante que presta atenção nas pesquisas está mais preocupado com eleições do que fazer boa gestão, era o padrão até pouco tempo. Antigamente eram os resultados que reelegiam, depois de um tempo a ‘aparência’ de resultados e a promessa de dias melhores começaram a bastar. Óbvio que não é algo estável, caminho para rupturas, dá para enganar muitos durante muito tempo, enganar todos o tempo todo não é possível.
    B17 faz o correto, como já foi dito no programa, seguir conselhos é cometer o erro dos outros.
    Alás, esqueci o link da Austrália, para não parecer chute.

    https://www.theguardian.com/australia-news/2019/sep/03/late-surge-from-undecided-and-minor-party-voters-to-coalition-swung-election-study-says

  4. O Brando

    Votos na legenda em 2016. PT -3146 votos. Tucanos- 2098. PSB- 1017. PDT- 834. SD- 689. Primeiro turno para prefeito, na ordem: Valdeci, Cladistone, Fabiano, Jader e Bisogno. Só com isto não creio ser possível determinar o quanto um candidato a prefeito influi nas eleições do parlamento. O que é possível afirmar é que o fim das proporcionais não é a única alteração. Candidato que não fizer 10% do quociente eleitoral não ganha a vaga, artigos 108 e 109 do Código Eleitoral. Aparentemente ter muitos votos na legenda não é negócio.

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