TECNOLOGIA. Mundo virtual e influência dos jogos eletrônicos no esporte e também como meio de vida

TECNOLOGIA. Mundo virtual e influência dos jogos eletrônicos no esporte e também como meio de vida

TECNOLOGIA. Mundo virtual e influência dos jogos eletrônicos no esporte e também como meio de vida - leonardo-jogos-eletrônicos

Estar imerso no mundo dos games torna o jogador ainda mais ligado. As escolhas são inúmeras, desde esportes até mesmo aventuras

Por LEONARDO MACHADO MARTINS (com texto e foto), Especial para o Site (*)

Os jogos eletrônicos estão cada vez mais inseridos na vida das pessoas, tanto dos jovens quanto de mais velhos. A diversão que eles proporcionam e a sua imersão são fatores essenciais para a sua atual popularização.

A indústria dos games é a que mais vem crescendo nos últimos anos e uma das maiores do mundo, com jogos virtuais “incríveis”, que atualmente atingem um nível gráfico muito próximo da vida real. Isso tudo torna a experiência ainda mais realista para o jogador casual.

O que mais tem crescido nesse meio é a competição de jogos virtuais, mais conhecida como Esports. Sim, alguns jogos eletrônicos são considerados como competitivos. Existem campeonatos com premiações extremamente altas em dinheiro, e contam com equipes profissionais de “gamers”. Um dos jogos mais conhecidos nesse meio competitivo é o League Of Legends, popularmente conhecido como “LOL”, que basicamente é um jogo de “Moba”, no qual equipes se enfrentam dentro de um campo de batalha.

O futebol também é outra modalidade de Esports que vem crescendo, tanto no Brasil como mundialmente. Torneios de FIFA e PES (dois tipos de jogos) já são formulados com altas premiações para os jogadores, porém, são jogados individualmente, e não com equipes, como é no caso de League Of Legends.

“Há 20 ou 15 anos era impossível dizer que dava pra ganhar dinheiro jogando, e existia um preconceito, pois jogos eram vistos como apenas entretenimento para crianças, e hoje em dia qualquer pessoa joga e consegue viver de jogos eletrônicos”, ponderou João Pedro Foletto, acadêmico de jornalismo e apresentador do podcast Jogacomigo (AQUI).

Também é muito comum pessoas que utilizam os jogos como passatempo, apenas para relaxar e descontrair nos momentos livres do dia-a-dia. O estudante Kanaa Leon afirma que sempre que pode arruma um tempo para jogar com os amigos. “Eu sempre gostei de videogame, os jogos ajudam a aliviar o stress da rotina de estudos durante a semana, e acabam sendo uma diversão nos finais de semana”.

Não se pode negar o crescimento dos games em âmbito mundial, sua influência na vida de muita gente é enorme, e por vezes, acaba até mesmo ajudando pessoas a realmente trabalhar com aquilo que gostam.

(*) Leonardo Machado é acadêmico de Jornalismo da Universidade Franciscana e faz seu “estágio supervisionado” no site



1 comentário

  1. O Brando

    Obvio que colocar muitos números é um problema, mas sem número nenhum, só no ‘qualitativo’, não dá idéia do tamanho da indústria dos games que, inclusive, já compete com a cinematográfica (e audiovisual em geral). Final de campeonato mundial do League of Legends tem dezenas de milhões de espectadores e o prêmio para os campeões é algo como 4 milhões de dólares. A empresa que produz o game emprega perto de 2500 pessoas e fatura algo como um bilhão e meio de dólares por ano. Fora empregos indiretos, eventos, equipamentos, etc. Números de um jogo de uma empresa.

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