INSTAGRAM. Uma possibilidade de vendas online, e oportunidade ampliada com a pandemia da Covid-19

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Ideia de Matheus e Danieli foi desenvolver uma marca sem gênero que incentiva as pessoas a usarem e serem apenas aquilo que as faz bem

Por VALÉRIA AUZANI (com fotos de Arquivo Pessoal), Especial para o Site (*)

Lojas de roupas, acessórios, serviços, entre outros. A grande maioria das empresas já está presente nas redes sociais. O Instagram por exemplo, permite que o perfil do usuário se torne uma vitrine. A rede é uma grande oportunidade para quem deseja desenvolver-se profissionalmente, e também ganhar dinheiro.

Segundo dados da pesquisa Social Media Trends de 2018, o Instagram possui 57 milhões de usuários no Brasil. Além disso, 47,1% dos que responderam à pesquisa relataram que o Instagram é sua rede social preferida, e o Facebook ficou com 29,6% dos votos sobre preferência. Ainda, a rede possui recursos para, além de criar posts, também colocar preços em produtos, os contatos como e-mail, telefone e endereço, inserir links em stories (para contas com mais de 10 mil seguidores).

É considerado um ótimo recurso também para conhecer um pouco mais sobre o seu público-alvo e seus seguidores, isso, através dos inúmeros dados e informações (como sexo, idade, dias e horários que os seguidores mais ficam online, etc), artifício que o Instagram proporciona para o usuário que possui uma conta comercial.

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Para quem ainda não possui um ponto físico de vendas, começar pelas redes sociais, entre elas o Instagram, é uma possibilidade para não perder tempo

Matheus Leão e Danieli Paludo são colegas na curso de Publicidade e Propaganda e, juntos, resolveram criar uma parceria para vender roupas no Instagram, cujo nome é Serenar (https://www.instagram.com/serenarclothing/). “A Serenar começou com uma união de coisas que gostamos: moda, comunicação e vontade de empreender. Já éramos amigos na faculdade e ter a sociedade na loja foi ótimo, nela tentamos expressar nosso estilo de vida e tudo que curtimos”, contam.

Eles relatam sobre os pontos positivos de ter uma loja online no Instagram: “é um lugar onde temos maior alcance e visibilidade do que se fossemos uma loja física. E com a pandemia, essa visibilidade aumentou. A interação nas redes sociais cresceu, as pessoas têm mais tempo para mexer nelas e isso é ótimo pras nós, uma loja unicamente online.” Mas é claro que também tem o lado negativo: “O único , seria pelo fato do cliente não conseguir experimentar a peça, mas pra isso sempre damos um jeitinho de tirar a dúvida do pessoal conversando”, explicam.

Um fato fundamental é captar que vender no Instagram não é apenas criar um usuário e publicar fotos. Tudo requer um planejamento e também organização. Para Matheus e Danieli, há alguns aspectos essenciais para vender online: “ter uma boa comunicação com os clients, tirar todas as dúvidas, procurar responder o mais rápido possível e dar a atenção necessária”. Ainda: “um visual atraente em relação aos produtos e também em todos os materiais de comunicação utilizados. Afinal, nossa vitrine é apenas virtual. Usar stories, fotos, vídeos e ter uma interação com os clientes é importantíssimo. A marca deve ser bem posicionada. O tempo que uma marca deveria ser ampla para agradar a todos passou. Temos que nos posicionar”, explicam.

E não só o Instagram pode ser utilizado para realizar vendas. O WhatsApp, outra rede muito popular, por exemplo é um ótimo meio para conversar com os clientes sobre suas necessidades. Criar uma página no Facebook também é ótima opção para complementar suas vendas online, pois também há diversos recursos para serem utilizados. E aí, que tal começar algo novo? As redes sociais te possibilitam isso.

(*) Valéria Auzani é acadêmica de Jornalismo da Universidade Franciscana e faz seu “estágio supervisionado” no site



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