Hehehe!!! Enquanto isso, Tarso Genro sonha ver a reforma política aprovada em um mês
É verdade que há três pontos prioritários mas, ainda assim, acreditar que o Congresso Nacional possa aprovar uma reforma política que tende a ir contra o interesse individual de muitos deputados e senadores, é querer muita coisa do nosso Parlamento. Ou não?
Bem, Tarso Genro, o ministro das Relações Institucionais, que discutiu nesta terça-feira com as presidências da Ordem dos Advogados do Brasil e da Associação dos Magistrados Brasileiros as propostas de reforma a serem entregues, como sugestão, ao Congresso, disse acreditar nessa possibilidade. Inclusive porque a sociedade, representada pelos parlamentares, tem esse desejo.
Ah, e quais são, afinal, as prioridades? Uma, o financiamento público das campanhas. Outra, a fidelidade partidária. E a terceira, a votação em listas, nos pleitos proporcionais. Convém dar uma lida na nota imediatamente anterior a esta para saber o que este (nem sempre) humilde escriba pensa a respeito do entendimento da sociedade.
Em todo caso, sonhar não custa nada. E ler o que pensa o ministro, e também o presidente da OAB, Cezar Britto, também não. Então, acompanhe a reportagem de Mirella DElia, divulgada pelo G1, o portal de notícias das Organizações Globo. A seguir:
Tarso quer votar reforma política em 1 mês
Ministro disse que é possível chegar a consenso para votar três propostas. Ele participou de uma reunião com a OAB para tratar do tema.
O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, disse, nesta terça-feira (27), que é possível chegar a um consenso para votar em um mês, no Congresso Nacional, os três pontos da reforma política considerados principais pelo governo: a fidelidade partidária, a votação em lista e o financiamento público de campanhas.
Ele chamou esses pontos de um programa mínimo, uma espécie de minirreforma. Na avaliação do ministro, a aprovação dessas propostas é fundamental para alavancar outras mudanças necessárias.
Tarso Genro participou de uma reunião com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, e com o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Rodrigo Collaço para tratar da questão. Ao final do encontro, disse que há um consenso entre governo e as duas entidades de que é necessário aprovar pelo menos esses pontos até o fim do primeiro semestre.
Se for possível uma reforma através de um programa mínimo, rápida, é muito melhor do que não sair nada. É possível ser acordado esse programa mínimo no primeiro semestre. Isso ficou claro na nossa conversa. Há um entendimento que tem três pontos fundamentais [na reforma política]. Se nós não atravessarmos esses três pontos, o resto da reforma política não sai: a fidelidade partidária, a votação em lista e o financiamento publico das campanhas. Não é impossível que se chegue daqui a um mês, daqui a 60 dias, a um acordo para votar esses três pontos. Isso seria extremamente importante para o país, declarou o ministro.
Tarso Genro evitou entrar em confronto com o Congresso, ao ser perguntado se os parlamentares não estariam demorando demais para discutir e aprovar a reforma política…
SE DESEJAR ler a íntegra, clique aqui.





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