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TRABALHO. Se a pandemia se agravar, servidor continuará sem aumento, diz Guedes a banqueiros

Ministro da Economia ameaça funcionalismo com dois anos de congelamento

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes querem funcionalismo arcando com “desleixo do governo” no combate à pandemia de Covid (Foto EBC)

Da Assessoria de Imprensa da Sedufsm (com informações do jornal “Extra”) – Por Fritz R. Nunes

Paulo Guedes, ministro da Economia, disse nesta última terça, 26, durante evento on-line promovido pelo banco Credit Suisse, que no caso de ocorrer um agravamento da pandemia de Covid-19, os servidores deixarão de obter salarial reajuste também em 2022, totalizando, assim, dois anos, já que até o final de 2021 há uma lei vigente, aprovada ano passado pelo Congresso Nacional, que veda qualquer reposição nos vencimentos.

Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o ministro disse que um aumento do número de mortes por Covid-19 justificaria a implementação de um “estado de guerra”, que envolve o congelamento dos salários do funcionalismo, entre outras medidas de contenção de gastos. Conforme Guedes, no caso de aumento de mortes pelo novo coronavírus, o que, aliás, já vem ocorrendo, e falhas na entrega das vacinas (o que também vem ocorrendo), o protocolo de crise seria acionado. Já tramita na Câmara, por exemplo, a PEC 186/19, que prevê redução de jornada e salário de servidores públicos em até 25%.

Apesar dessa declaração, Paulo Guedes reforçou, segundo o jornal ‘Extra’, que o governo está empenhado em garantir a vacinação para toda a população, e que “com a vacinação em massa ocorrendo, o país volta à normalidade”. Na ótica do ministro da Economia, a volta da normalidade significa a retomada das discussões sobre as reformas no Congresso, incluindo a reforma administrativa, que propõe não apenas a retirada de direitos do funcionalismo, mas também desestrutura os serviços públicos em todos os níveis.

A área econômica do governo Bolsonaro, com o apoio de parte significativa do Congresso Nacional, e mais os meios de comunicação, têm usado o discurso que, diante da crise econômica, mesmo antes da pandemia, a solução só se dará mediante reformas neoliberais, ou seja, que privatizem o patrimônio público e, ao mesmo tempo, esvaziem as políticas sociais.

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