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CORSAN. Valdeci e bancada do PT votam contra Projeto que permite a privatização da Companhia

Deputados também participam de manifestação “em defesa da água pública”

Valdeci, com dirigente do Sindiágua, Rogério Ferraz: apoio a ato dos trabalhadores pela água pública (foto Tiago Machado/Divulgação)

Por Tiago Machado / Da Assessoria de Imprensa do Deputado Valdeci Oliveira

A bancada do PT na Assembleia Legislativa votou contrariamente ao projeto de lei que prevê a privatização da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), o qual foi apreciado nesta terça-feira (31) pela Assembleia Legislativa. Mesmo assim, a base do governo no Parlamento gaúcho conseguiu aprovar a matéria por 33 votos a 19.

O deputado estadual Valdeci Oliveira lamentou o resultado e a postura do Executivo, que não atendeu os diversos apelos feitos para o adiamento da votação. “O governo foi completamente insensível. A votação de um tema tão complexo e importante como esse jamais poderia ocorrer da forma açodada como aconteceu. Os prefeitos, que são responsáveis pela concessão do serviço de água e esgoto e que corretamente desejavam um tempo maior para esse debate, foram ignorados. O Palácio Piratini, mais uma vez, mandou às favas o diálogo e ‘passou a patrola’ para assegurar a venda da água pública do Rio Grande. Com a privatização, é muito forte a tendência desses serviços essenciais ficarem mais caros e da tarifa social, que beneficia justamente os mais pobres, ser encolhida. Na maioria dos locais que optaram pela venda da água, as consequências foram essas. Infelizmente, o governador, cujo foco está nas eleições presidenciais do ano que vem, pouco se importa com a questão social do Rio Grande”, afirmou Valdeci.

Antes da sessão plenária, Valdeci participou do ato em defesa da água pública promovido pelos movimentos sociais no Centro de Porto Alegre. Em cima do caminhão de som instalado defronte ao Palácio Piratini, ele destacou o trabalho realizado pela Corsan em Santa Maria.

“Os recursos injetados pela Corsan no caixa do município, a partir do novo contrato estabelecido, transformaram Santa Maria em um canteiro de obras. São obras de vulto em todas as regiões. Como vai ficar isso? Como vão ficar os municípios do entorno que dependem de Santa Maria no subsídio cruzado? Até hoje, ninguém do governo do Estado respondeu isso claramente, o que é assustador”, complementou.

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