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ECONOMIA. Comércio santa-mariense se mostra otimista em relação ao último trimestre deste ano

Datas específicas também ajudam a montar cenário positivo em Santa Maria

O “Black Friday” e o Natal são eventos anuais que ajudam a movimentar o comércio de Santa Maria (foto Freepic)

Por Ariel Portes / Especial para o Site (*)

O comércio, como o demais setores, foi fortemente afetado com a pandemia. Na cidade, houve redução de horários para os lojistas e restrições de público no interior das lojas, conforme orientação do decreto estadual. Com isso foi inevitável a redução nas vendas, a dificuldade econômica que o país vive, também é reflexo do alto índice de desempregados, que segundo dados do IBGE, supera os 14 milhões de pessoas desocupadas.

No município, atividades alternativas foram criadas, como vendas online, promoções através de redes sociais e divulgações por meio de lives. Para o último trimestre deste ano, porém, a expectativa é boa, como relata o presidente do (Sindicato dos Lojistas) Sindilojas, Ademir José da Costa: “acreditamos que aos poucos vamos voltando próximo da normalidade, com a volta dos setores públicos e logo da Universidade Federal, mais pessoas procurarão o comércio”.

A chegada de datas específicas também ajuda a melhorar esse fluxo. Ainda em outubro teve o dia das crianças, que movimentou lojas de brinquedos e de roupas, permitindo assim um aumento no faturamento.

Para novembro outra data que atrai muitos clientes é o “Black Friday”, que é impulsionado pela chegada do décimo terceiro salário, e, para fechar o ano, uma das datas mais esperadas como de costume é o Natal, que leva milhares de pessoas às compras.

Com o aumento da vacinação na cidade é possível perceber uma melhora nesse setor. Mais pessoas vacinadas causa uma sensação de segurança e com isso a melhora no fluxo de pessoas que procuram as lojas.

Ademir da Costa ainda comenta que as vendas vêm aumentando com o decorrer dos meses: “o Sindilojas vem trabalhando incessantemente para incentivar os lojistas a colocar suas lojas nos meios digitais, para atingir mais público. Percebemos uma melhora nas vendas através de redes sociais e por catálogos eletrônicos, que também são uma alternativa”.

Seja na loja física, site ou por telefone, o comércio vem se adaptando aos novos formatos e busca manter aquecido um dos setores mais importantes da economia da cidade.

(*) Ariel Portes é acadêmico de Jornalismo da Universidade Franciscana e faz seu “estágio supervisionado” no site

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