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PARTIDOS. Debandada já confirmada no PSL para seguir Bolsonaro. Que ainda não sabe para onde irá

Em SM, ainda não se sabe o que farão os militantes do quase finado partido

Única certeza, disseram ambos ao site, há alguns dias: aqui, Manoel Badke é governo e Tony Oliveira oposição (fotos Reprodução)

A verdade é que os vereadores Manoel Badke (DEM) e Tony Oliveira (PSL) ainda não sabem exatamente o que fazer. São adversários locais. Seus partidos viraram um só, o União Brasil, e assim que isso for formalizado pela Justiça Eleitoral, o que não deve demorar, terão de se decidir.

Dependem, ambos, da situação nacional, ainda que em Santa Maria, não importa a sigla, já se decidiram: o primeiro segue governo, o segundo oposição. Mas, e qual o partido?

Enquanto eles pensam, o que é prudente, por sinal, em nível nacional, algumas posições vão se revelando. É o caso dos deputados do PSL. Parte deles vai se mandar. E tendem a acompanhar a decisão de Jair Bolsonaro. Mas, e ele, para onde irá?

É sobre tudo isso o material publicado pelo site do Correio do Povo, com informações do portal R7. Acompanhe:

Aliados preparam saída em massa do PSL para seguir Bolsonaro – Quase metade dos deputados do partido deve migrar para legenda escolhida pelo presidente

Um dos efeitos colaterais da formação do novo partido União Brasil, resultante da fusão do DEM com o PSL – ainda em análise pela Justiça Eleitoral -, deve ser o súbito inchaço da legenda que venha a ser escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro, hoje sem partido. Pelo menos 40% da bancada do PSL da Câmara promete migrar juntamente com Bolsonaro, esvaziando em boa medida a expectativa de formação de um “partido gigante”, propalada pelos defensores da fusão.

Levantamentos recentes sinalizam que, dos 54 deputados do PSL, 23 já se preparam para aproveitar duas oportunidades legais de mudar de partido sem perda de mandato. As chamadas “janelas partidárias” ocorrerão quando a fusão for autorizada pela Justiça e, depois, numa segunda oportunidade, que ocorre seis meses antes da eleição, quando a lei autoriza a mudança de legenda, sem prejuízo para o mandato.

O prazo também pressiona o próprio presidente a se decidir sobre a legenda que deve abrigar sua candidatura presidencial para 2022. As últimas movimentações de Bolsonaro envolvem o PTB e, sobretudo, o PP, do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP/AL), e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, considerados os principais aliados de Bolsonaro e garantidores da estabilidade do governo. 

Líderes dos progressistas trabalham para aplacar resistências na cúpula e nos estados. Exigências feitas pelo próprio presidente também estão sendo negociadas — entre elas o filtro nas candidaturas ao Legislativo. O argumento entre os que se opõem à entrada de Bolsonaro é que “o PP não é legenda de aluguel nem partido pra chamar de seu”. Os progressistas hoje, no entanto, comandam a aliança de partidos que compõem a base governista no Congresso.”

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI.

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