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RSC 287. Região mantém a mobilização. Uma das reivindicações é troca de local da praça de pedágio

Comunidade também quer que a obra de duplicação inicie pelas duas pontas

Reunião acontecida quarta-feira, na Casa Civil do Palácio Piratini: resultado será debatido em reunião no feriado (foto Tiago Machado)

Por Tiago Machado / Da Assessoria de Imprensa do Deputado Valdeci Oliveira

Depois da reunião realizada quarta-feira (10), na Casa Civil do Palácio Piratini, em Porto Alegre, o tema da duplicação da RSC-287 estará na pauta de várias lideranças de Santa Maria e da Região Central nos próximos dias, de acordo com o deputado estadual Valdeci Oliveira, um dos integrantes dessa mobilização.

Na próxima segunda-feira (15), Valdeci participará de uma reunião com os moradores, trabalhadores e produtores das localidades de Palma e Arroio do Só, em Santa Maria, que serão atingidas diretamente pela duplicação a partir da instalação de uma praça de pedágio nesse trecho da rodovia.

Na quarta-feira (17), o assunto será debatido, em Porto Alegre, na Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa, por membros do governo do Estado, da AGERGS, do Parlamento gaúcho e da Comissão que representa a Região Central no tema.

Na sexta-feira (19), na sede da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços (CACISM), em Santa Maria, será a vez da duplicação ser o centro de uma reunião que terá a presença de autoridades e lideranças políticas e empresariais locais e regionais.

“É um movimento pluripartidário que está debatendo, dialogando e buscando alternativas, em alto nível e de forma republicana, para os pontos críticos da duplicação, como a localização da praça de pedágio em Santa Maria e o cronograma de obras. É uma ação muito importante, porque a partir desse alerta que está sendo produzido, muitos problemas que só iam aparecer com força mais para frente poderão ser resolvidas antecipadamente e com bom-senso”, explicou o deputado.

Para Valdeci, a mobilização da Região Central já conseguiu um importante avanço que foi a instalação de uma “mesa permanente de diálogo” envolvendo as comunidades locais, o governo do Estado, a Assembleia Legislativa e a AGERGS. “Isso não é pouca coisa. Até pouco tempo atrás, o Executivo estava ´de costas´ para a questão. Mas a série de audiências públicas e debates e a reunião no Palácio Piratini, na capital, foram decisivas para sensibilizar as autoridades competentes de que é preciso sentar na mesa, conversar e rediscutir alguns pontos fundamentais”, acrescentou. 

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