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SAÚDE. Nova variante da Covid-19, a “Omicron” já começa a preocupar autoridades de todo mundo

Comunidade científica aguarda ansiosa os resultados das primeiras análises

Cientistas temem que a Omicron possa ser mais transmíssivel e driblar sistema imunológico da população (foto Reprodução)

Reproduzido do Site do Correio do Povo / Com informações de Agências de Notícias

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou como “preocupante” a variante B.1.1.529 da Covid-19 e vai chamá-la de omicron. Mais cedo, o porta-voz da órgão, Christian Lindmeier, disse que várias semanas seriam necessárias para compreender o nível de transmissão e a virulência da nova cepa do coronavírus que foi detectada na África do Sul.

“A variante B.1.1.529 foi relatada pela primeira vez à OMS pela África do Sul em 24 de novembro de 2021 (…) Esta variante tem um grande número de mutações, algumas das quais são preocupantes”, disse o grupo de especialistas comissionados pela OMS para acompanhar a evolução da Covid-19.

De acordo com a OMS, o surgimento da omicron coincide com um momento de alta abrupta nos casos de coronavírus na África do Sul, e testes PCR realizados no país indicam uma maior capacidade de disseminação da cepa. Por isso, a entidade recomenda que os países aprimorem a vigilância sobre novos casos, emitam novas informações sobre a variante a uma base de dados pública e promovam estudos sobre a cepa, em nações onde há capacidade de investigação clínica.

Cientistas preocupados

A comunidade científica aguarda com ansiedade os resultados das primeiras análises da nova variante, especialmente o seu grau de resistência às vacinas. “Esta é preocupante, e é a primeira vez que afirmo isso desde a delta”, escreveu no Twitter o virologista britânico Ravi Gupta sobre a nova variante denominada B.1.1.529.

Do ponto de vista genético, ela tem um número de mutações elevado, cerca de 30 delas na proteína spike, a chave de entrada do vírus no organismo.

Com base na experiência de variantes anteriores, sabe-se que algumas dessas mutações podem representar um aumento na capacidade de transmissão e uma diminuição na eficiência das vacinas. “Pensando em termos de genética, é certo que há algo muito particular que pode ser preocupante”, disse à AFP Vincent Enouf, do Centro Nacional de Referência de vírus respiratórios do Instituto Pasteur de Paris.

Além disso, preocupa o fato de que o número de casos e o percentual atribuído a esta variante estão aumentando de forma muito rápida na província sul-africana de Gauteng, que compreende as cidades de Pretória e Johanesburgo, onde foi detectada pela primeira vez. “É preciso ser razoável, continuar monitorando e não alarmar completamente a população”, ressaltou o especialista do Instituto Pasteur.

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