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Não custa lembrar. E dizer que o PDT, há 18 meses, vivia. Nos dias de hoje, é arremedo

Confira a seguir a nota que publiquei na madrugada de 11 de agosto de 2006, uma quinta-feira:

“Questão de dias. Bisogno e Picolotto serão os secretários do PDT no governo Valdeci Oliveira

No início da noite de ontem, o prefeito municipal Valdeci Oliveira divulgou a seguinte Nota Oficial:

”
Face às especulações divulgadas na imprensa local sobre a entrada e saída de secretários fruto da confirmação do ingresso do PDT na administração municipal, esclarecemos que a discussão sobre a forma da participação do partido no governo será definida até o final deste mês. Com relação à confirmação dos quadros do PDT que vão ser inseridos no Executivo, informamos que as discussões necessárias estão em andamento e tão logo finalizarmos este processo, que está sendo conduzido por mim e pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT), divulgaremos oficialmente à comunidade. O que está definido já é que o PDT participará do governo municipal e indicará nomes respaldados pelo governo para coordenar duas secretarias do primeiro escalão

Desconfio, sem querer ser bodoso, que a nota do prefeito foi divulgada porque estariam faltando alguns detalhes internos do governo para o anúncio dos nomes do PDT que, aliás, haviam sido divulgados algumas horas antes aqui mesmo. Mais que isso: é provável que não esteja definido ainda o cargo que passará a ocupar Genil Pavan, funcionário do quadro geral, lotado no Departamento Municipal de Trânsito, e que deixará de ser secretário de Trânsito e Mobilidade Urbana. Para o lugar dele, como afirmei na tarde de ontem, irá o advogado Juliano Picolotto.

E também não é impossível que o acordo, já firmado com o PDT, não tenha sido totalmente assimilado pelo PSB que perderá, por Carlos Rempel, a secretaria de Esportes – que será ocupada pelo radialista Marcelo Bisogno. Porém, na
…”

Para ler a nota na íntegra, acesse aqui.

 

PASSADOS EXATAMENTE 18 MESES da publicação da nota que reproduzi acima, o doloroso é ver um partido como o PDT correr o risco de sumir do mapa político santa-mariense, uma contradição com a história de luta ostentada pela sigla fundada pelo falecido Doutor Leonel. Quanto às personagens citadas, como o sítio havia antecipado então, se tornaram secretários. E hoje um anda a tiracolo de Cezar Schirmer, outro de Paulo Pimenta. Uma síntese da divisão pedetista. Pouco simpática, por parte do jornalista, talvez. Mas real.

 

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