IMPRESSA. Na coluna desta segunda, prazo final para que pretende concorrer mudar de (ou arrumar) partido
Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição desta segunda-feira, 28 de março, no jornal A Razão:

Só cinco dias para alguma novidade
A data legal é 2 de abril, o próximo sábado, exatos seis meses antes do pleito. Isto é, quem quiser concorrer e não tiver filiação partidária (ou pretender trocar, se já tem), precisa se decidir até lá. Na verdade, por conta de questões cartoriais e burocráticas, o prazo é, objetivamente, na quinta-feira, dia 31.
Mas, e haverá alguma novidade? Isto é, as agremiações conseguirão, na undécima hora, apresentar algum nome diferente, capaz de galvanizar o eleitorado (no caso de potenciais candidatos majoritários) ou mesmo segmentos específicos (para possíveis concorrentes à Câmara)?
Salvo uma eventual virada de casaca na Câmara de Vereadores – haveria pelo menos um edil tomado pela coceira mutante – é muito improvável alguma surpresa. Ou novidade expressiva. De todo modo, os líderes dos partidos estão se mexendo, na busca de reverter essa sensação de que o que já tinha de acontecer, aconteceu. Aguardemos!
CORSAN NAS REDES
Defensores da Corsan batem forte na proposta de municipalização, tornada pública como vontade do prefeito Cezar Schirmer. Para isso, “invadiram” as redes sociais da internet, especialmente o Feicebuqui.
HOJE AINDA NÃO
A depender das manifestações feitas na última semana, e do relatório em favor da renovação do contrato com a Corsan, uma coisa é certa: faltam votos ao prefeito, para aprovar a municipalização. Isso, hoje, claro.
AS DÚVIDAS SOBRE…
A menos de uma semana do prazo final para a desincompatibilização dos agentes públicos que pretendem concorrer em outubro, ainda existem dúvidas sobre quem sai ou não do secretariado de Cezar Schirmer.
…QUEM SAI OU NÃO
O que mais tem dúvidas, e pretende definir até quinta, segundo afirmou em seu perfil no Feicebuqui, é Adelar Vargas, secretário de Ação Comunitária e coordenador da Casa Civil. Palpite claudemiriano: não concorre.





Caso da Corsan é simples. Basta anotar quem defendeu o que para uso futuro. Pode ocorrer municipalização e o que der errado cai na conta do prefeito. Agora, se permanecer a Corsan e tudo continuar como antes, a conta tem que ser dos defensores. O que ocorre comumente é que, ao invés de assumir responsabilidades, pessoas somem, ninguém foi. Não precisa nem dar exemplo.