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Sem efeito. Gritedo do PSol passou do ponto. E está virando apenas “aquela coisa chata”

Fala a verdade: não dá mais para agüentar entrevista de Heloisa Helena, a professora universitária, ex-senadora e presidente nacional do Partido da Solidariedade (PSol). Claro que a patrulha vem aí, mas que chatice se transformou ler (que dirá ouvir) HH. E Luciana Genro, sua representante no Rio Grande, vai pelo mesmo caminho.

 

Isso não tem nada a ver com ideário. É que, simplesmente, está passando do ponto. Tudo é motivo para um processo. Ou quase isso. E daqui a pouquinho, o que seria naturalmente justo, já deixará de ser considerado. Ninguém precisa confessar: mas o fato é que, argh, cansa esse discurso.

 

Mas tem outro componente: pra quem não sabe, o PSol saiu do PT. Ou , por outra, foi saído. Uma burrada dos petistas, penso. Mas, enfim, é o que aconteceu. Ao ponto de, hoje, o PSol só bater nos petistas. Problema deles? Claro, problemão. Mas tem a questão ideológica: quando você é vestal da moral, e apenas vai numa direção, com o apoio decidido da mídia grandona (e da que se acha), passa a ser apenas rançoso.

 

PS. Pergunte, se tiver uma chance, ao Beto São Pedro, um petista não ortodoxo, o que ele acha de Heloísa Helena? É impublicável. Faltaria sabão. Ou sabonete.

 

PS2. No Rio Grande do Sul, o PSol não é mais o tchan. Foi substituído, e muito bem, ideológica e esteticamente, por Manuela D’Ávila, do PC do B.

 

SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui a nota “Até o PSol sente que denuncias se esgotaram”, de Etevaldo Dias, em sua página na internet.

 

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