TAREFAS. Schirmer chega e terá que dar conta das pretensões de aliados. E arbitrar disputa na Câmara
O prefeito Cezar Schirmer reassume o cargo nesta segunda-feira, após duas semanas de férias – a parte final das quais ocupada com compromissos oficiais em Portugal, na comitiva formada também pela Agência de Desenvolvimento e pela UFSM, em visita a parques tecnológicos.
E o que ele encontrará? Além de reafirmar a necessidade de não gastar, do contrário a Lei de Responsabilidade Fiscal pode pegá-lo e à sua administração, terá duas questões políticas importantes à espera de resposta.
A primeira delas é, aparentemente, mais urgente: afora detalhar a reforma administrativa que pretende implantar, para adequar a gestão ao seu projeto de governo, terá que receber os partidos aliados e dizer, um, qual o seu quinhão no segundo mandato e, dois, quem vai ocupar os espaços criados ou já existentes. Em bom português: vai definir o secretariado de acordo com o novo status quo político, combinado com sua própria ideia para a administração.
A segunda questão surgiu recentemente e, talvez, inesperada. É a disputa intestina entre os partidos da base aliada que, simplesmente, não se entendem acerca do acordo para dirigir a Câmara de Vereadores na próxima legislatura. E a oposição está olhando de soslaio, à espreita, já se admitindo inclusive o que até outro dia parecia (e era) improvável: uma derrota governista na saída do novo período.
Schirmer, embora preferisse ficar de fora, muito provavelmente será chamado a arbitrar a pendenga, para garantir um início de governo sem sobressaltos. Se houver omissão, o risco é grande (não parecia, mas tornou-se) de um contratempo, para dizer o mínimo.





E agoro José onde colocar tanto apoiadores, apesar que todos ajudaram sem interesses, se ficarem de fora nem vão berar, (gostaram da piada).