Não custa lembrar. E veio o piso nacional para professor. Mas governadores contestam
Confira a seguir trecho de nota que publiquei na madrugada de 20 de março de 2007, uma terça-feira:
Se for assim… PAC da Educação vai iniciar com projeto de piso salarial para professores
Metade dos professores brasileiros ganha menos de R$ 800 mensais. Quem diz isso é o próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, em declaração feita ao programa semanal de rádio Café com o Presidente, retransmitido por inúmeras emissoras de rádio de todo o País, no início das manhãs das segundas-feiras.
Haddad, que está tocando o Plano de Desenvolvimento da Educação, já apelidado de PAC do setor, disse que o governo pretende enviar até o final do mês projeto de lei ao Congresso fixando o piso salarial do professor. Ele não disse de quanto será mas, por suas palavras, talvez fosse adequado pensar em pelo menos os tais R$ 800. Ou não…
Para reler a íntegra da nota, inclusive a notícia que lhe deu origem, acesse aqui.
PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS, o piso salarial dos professores já está até instituído, via projeto de lei aprovado no Congresso. E é de R$ 950 – e será ainda maior, já no próximo ano. Mas tem um problema: pelo menos meia dúzia de governadores, inclusive a gaúcha Yeda Crusius, está contestando o dito cujo no Supremo Tribunal Federal. Que, espera-se, leva a sério a história de que a educação é, mais que importante, fundamental. Nisso incluído um salário decente para os professores.





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